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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O Dia de Finados


O dia de finados é uma lembrança que a vida não acaba após a morte do corpo físico. E não deve ser motivo de tristeza, e sim de relembrar momentos bons, e acreditar que não existe um "adeus" e sim um "até logo".


História - Com a ascensão da Igreja Católica, na época Romana, à categoria de religião oficial, no reinado de Constantino Magno no ano de 321, houve que fazer cedências e assimilar a cultura latina e a de outros povos que praticavam rituais e procediam a festivais nos cemitérios, em homenagem aos antepassados.

A partir do século XIII, a Igreja instituiu o dia 2 de Novembro como o Dia de Finados.

Um pouco por todo o lado este culto é praticado, apenas variando nas datas: na China comemora-se o Festival do Fantasma Faminto durante o Outono; no Japão o Festival das Lanternas (Obon) acontece entre 13 e16 de Julho; mesmo o termo Halloween parece ser uma corrupção do termo católico “Dia de Todos os Santos”, praticado nos festivais dos antigos povos celtas na Irlanda, cujo Verão terminava a 31 de Outubro.

Visão Espírita

No Espiritismo não há um dia especifico para recordar e homenagear os entes queridos, pois todos os dias do ano são bons para o fazermos e eles, que continuam vivos, embora noutra dimensão, agradecem as nossas lembranças sinceras, qualquer que seja o local onde elas se dêem.

Se estiverem felizes, regozijar-se-ão com o amor que lhes dedicamos e com a saudade que sentimos; se ainda se encontrarem algo perturbados (por desencarne recente ou violento, por exemplo), mais reconhecidos ficarão, pois a nossa prece lhes levará consolo e alívio, abrindo janelas luminosas para o auxílio que se lhes faz necessário.

Pouco se importarão se os visitamos ou não nos cemitérios, pois sabem que aí apenas se encontram os despojos carnais que lhes serviram para mais uma etapa de evolução e que, causa de sofrimento nos derradeiros tempos, abandonaram com alegria. Se lá comparecem é para mais um reencontro com os que ainda se encontram na terra e que mantêm o culto das sepulturas.

Se queremos homenagear os nossos “ente-queridos falecidos”, recordemo-los nos momentos bons e troquemos uma ida ao cemitério, ou mais uma missa, por uma ação caridosa em seu nome e isso lhes será mais útil e recebido como uma prova do amor que lhes continuamos a dedicar. Até um novo reencontro, pleno de alegria.

Vejamos o que nos dizem os Espíritos, através de Kardec:

321. O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias? Apraz-lhes ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos?

“Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro dia qualquer.”

a) - Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas?

“Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento.

323. A visita de uma pessoa a um túmulo causa maior contentamento ao Espírito, cujos despojos corporais aí se encontrem, do que a prece que por ele faça essa pessoa em sua casa?
“Aquele que visita um túmulo apenas manifesta, por essa forma, que pensa no Espírito ausente. A visita é a representação exterior de um fato íntimo. Já dissemos que a prece é que santifica o ato da rememoração. Nada importa o lugar, desde que é feita com o coração.”

"O Livro dos Espíritos"
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É bom lembrar...

Que não devemos julgar para não sermos julgados. Esse texto foi retirado de uma revista, achei muito interessante e espero que tenham gostado. E me desculpe se ofendi a crença ou as ideias de alguém, não foi minha intenção, apenas quis mostrar o que a Doutrina Espírita e o pensamento espírita diz sobre isso.

Lembremos também que, quando a pessoa vai aos cemitérios, entregam flores, velas, orações, santinhos, copos d'água, entre outros, a pessoa entrega com enorme amor no coração, ela muita das vezes faz uma prece com mais calor vendo o que está sendo presenteado. Essa é a força do pensamento. Não que seja necessário vela, flores, mas a pessoa ao entrar em contato com as velas, flores entre outros, fixa a mente nisso e com certeza mantém um contato com o espírito querido.

Visão Espírita respeitando a todas as crenças.

GRUPO DE ESTUDOS AMIGOS DE CHICO XAVIER

Festas de Halloween 


O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre basicamente em países de língua inglesa, mas com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existem referências de onde surgiram essas celebrações).

Nos EUA, Suécia, Reino Unido, e em outros países é comemorado o Halloween, onde na maioria das vezes, as crianças saem nas ruas fantasiadas e pedem doces nas portas das casas. Isso é um hábito cultura assim como o dia de São Cosme e São Damião no Brasil (data que apenas se entregam doces, não tem fantasias), não devemos criticar aqueles que o tem em sua cultura, mas devemos apontar alguns pontos que devem servir de reflexão.

Quando as pessoas se fantasiam, de monstros, figuras fictícias (lobisomem, fantasma, frank stain, etc.) múmias, entre outros. A doutrina espírita fala que existem espíritos de boa índole e também aqueles que são de má índole. O Espiritismo não é contra as fantasias, aliás o espiritismo não é contra nada (apenas contra a má conduta), mas se você se fantasia e começa a fazer trejeitos de vampiros, entre outros seres que com certeza são de baixo padrão vibratório, você estabelece pela fraqueza de sua mente, ligação com esses espíritos. Mesmo sem saber de sua existência.

E na maioria das festas realizadas em clubes em nosso país, tem o consumo de diversas bebidas alcoólicas. Ficando o ambiente mais propício a essas entidades que não tem o intuito de fazer o bem, aliás entidades benéficas e sérias não comparecem a tais eventos.
Lembrando sempre que não quero ser radical, apenas estou falando sob o ponto de vista espírita.

Mas um espírita pode comparecer a tal festa?

Claro que pode, temos o nosso livre-arbítrio, vamos onde queremos dependendo de nossa idade (se não formos menores de idade). Qualquer pessoa, espírita ou não pode comparecer a tais eventos, mas até mesmo alguns livros espíritas nos dizem para ficarmos alerta em alguns ambientes onde espíritos de má índole se encontram.

Ah, mas quer dizes então que só nessa data essas entidade de má índole se fazem presente?

Não, em qualquer dia, em qualquer hora, em diversos lugares essas entidades estão. Mas nesse dia as pessoas estabelecem uma ligação mental com tais espíritos, atraindo esses espíritos.
É a famosa lei da afinidade. Se pensar positivo, atrai energias e entidades positivas, se pensar negativo, atrai energias e entidades negativas.

Agora, festividade onde as pessoas estão alegres, nem pensando em dar sustos em alguém ou em fazer brincadeiras de mau gosto, é claro que a alegria os envolve e tais entidade nem chegam perto pois não gostam de momentos de alegria. A pessoa pode até estar fantasiada de bruxo ou bruxa, estando alegre, mas difícil seria você estar vestindo uma roupa sem estabelecer contato com a roupa. A mesma coisa, se você coloca a camisa de São Jorge (apenas um exemplo), você se sente protegido, guardado pela força desse mártir, você se sente quase um guerreiro, e com certeza protegido você estará, seja pela força de espírito da luz trabalhadores de S.Jorge ou pela força de sua mente positiva ; e se você usar uma roupa de vampiro, você se sentirá um vampiro, estabelecendo contato com entidades do gênero.
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É bom lembrar...

Que o espiritismo não é contra festividades. Apenas alertamos os perigos que a pessoa pode sofrer entrando em contato com tais entidades que comparecem a tais eventos onde se encontram pessoas vestidas da forma que eles gostam, de roupas escuras, normalmente trazendo consigo alguns simbolismos que não são usados por espíritos de luz.

Ao falarmos em sintonia, na lei da afinidade, posso ter confundido alguns de vocês, mas se você fica nesse dia vestido de qualquer fantasia, ou até mesmo sem fantasia alguma, dando sustos em outra pessoa, com certeza você quando desencarnar será um espírito zombeteiro, com falta de seriedade. E além do mais espírito encarnado zombeteiro, atrai espírito desencarnado zombeteiro. E para reverter tal situação é necessário esforço por parte desta pessoa a se policiar mais, a conter os impulsos e a vontade de ver alguém levando sustos.

Estudo baseado na Doutrina Espírita, respeitando a todas as filosofias e crenças.

GRUPO DE ESTUDOS AMIGOS DE CHICO XAVIER

sábado, 20 de outubro de 2012

Coxinha monstro vira mania em cidade do norte do Paraná

Salgado pesa 3,5 quilos e pode ser feito com frango, calabresa ou bacon.
Coxinha monstro vira mania em cidade do norte do Paraná 

Todo mundo sabe que a coxinha é um dos salgados mais famosos do Brasil, tanto que ela é vendida nos mais diferentes lugares. Contudo, poucas receitas vão chegar perto da que foi inventada pela cozinheira Maria Aparecida da Silva em Rolândia (PR).
O salgado feito por ela não é caro e nem é feito com produtos bizarros; o que espanta é o tamanho. Diferente das coxinhas que você encontra por aí, esta pesa 3,5 quilos — e, por conta disso, ela bateu o recorde como a maior do país, façanha que foi comprovada pelo RankBrasil.
Segundo a cozinheira, a coxinha fica pronta em até 20 minutos e o mais difícil é trabalhar com o peso do salgado. Além disso, você pode escolher entre recheios variados, como frango, calabresa e bacon, com a possibilidade de fazer qualquer tipo de combinação.
O sucesso é tanto que até mesmo pessoas do Rio de Janeiro já foram conhecer a coxinha gigante. Agora, Maria Aparecida quer chegar a um salgado de 10 quilos. Você seria capaz de encarar?

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/31586-coxinha-monstro-vira-mania-em-cidade-do-norte-do-parana.htm#ixzz29sBSW3nE

Jornais brasileiros se retiram do Google News

 
Reprodução
São Paulo - A Associação Nacional de Jornais (ANJ), que agrupa 90% dos diários do país, decidiu se retirar do Google News e proibir o buscador de publicar notícias de seus associados.
Os 154 membros da ANJ apoiaram a decisão pois o Google se recusou a pagar aos jornais para utilizar suas informações, segundo anunciou o diretor da entidade, Carlos Fernando Lindenberg Neto, em entrevista ao Instituto Knight Center para o Jornalismo das Américas, da Universidade do Texas, instituição presidida pelo brasileiro Rosenthal Calmon Alves.
 
'O Google News não nos ajudava a aumentar a audiência dos jornais, pois ao dar as primeiras linhas, reduzem as possibilidades dos internautas lerem no link a história completa nos jornais', disse Lindenberg Neto.
Em dezembro de 2010, a ANJ e o Google tinham chegado a um acordo para que o buscador mostrasse apenas uma linha de cada notícia para atrair a curiosidade do leitor e levá-lo depois à publicação.
No entanto, segundo relatou a ANJ na última Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), realizada nesta semana em São Paulo, a medida não foi suficiente para gerar mais acessos.
A ANJ se transformou na primeira associação de jornais que mobilizou seus membros para uma saída em massa do Google News.