Pauta eletrônica, controle de frequência e merenda e gratuidade nos transportes públicos são algumas das vantagens do sistema que acaba de ser lançado na rede estadual de ensino. O projeto Conexão Educação foi testado e aprovado nesta quarta-feira (23/9) pelo governador Sérgio Cabral e pela secretária de Educação, Tereza Porto, durante cerimônia realizada no Centro Interescolar Miécimo da Silva, em Campo Grande.
Depois de percorrerem as dependências do colégio e conferirem a utilização do sistema, as autoridades foram recebidas na quadra de esportes por cerca de 300 alunos. A banda marcial do colégio Halley e os alunos Lyncoln Wilkerson Filício Paula, Ísis Lima de Oliveira e Luiz Henrique Xavier de Souza, do projeto Amazônia, também apresentaram composições próprias e de compositores renomados.
O Conexão Educação está começando em 54 unidades escolares, onde cada aluno, previamente cadastrado, recebeu cartão eletrônico inteligente, com foto, que vai acompanhar sua trajetória online. Até 2010, as 1.437 escolas da rede estadual funcionarão com os cartões magnéticos.
- Todos devem estar preparados para interagir. Os professores vão poder, por exemplo, passar e-mails para os alunos com dicas sobre como melhorar o desempenho nas matérias. Isso humaniza a relação – afirmou Cabral.
A secretária Tereza Porto afirmou que o projeto reúne uma série de ferramentas de tecnologia da informação, como e-mails, torpedos, portais e rede wi-fi.
- Reunimos todas as tecnologias que hoje são comuns na vida do cidadão, para facilitar o trabalho do professor. A meta da Secretaria de Educação é a qualidade do ensino, e essas ferramentas vão dar mais agilidade, eficiência e informações gerenciais importantes.
A iniciativa vai permitir, ainda, que a Secretaria de Educação conheça os motivos que levam à ausência do estudante em sala de aula e à evasão escolar. Os alunos faltosos receberão torpedos, e, caso a falta se repita por três dias consecutivos, as mensagens irão para os responsáveis.
Este novo modelo informatizado será um instrumento valioso para o dia a dia dos professores. No início de cada aula, o educador deverá abrir o sistema com senha própria, acessando uma pauta eletrônica, com os nomes dos alunos da turma e espaços para anotações diversas. Durante a aula, o docente vai registrar na pauta observações a respeito do desempenho de cada aluno, sobre aspectos negativos e positivos – dados que podem ser compartilhados por colegas que dão aulas para a mesma classe – facilitando a troca de informações e propiciando um melhor atendimento aos estudantes.
Além do Conexão Educação, Sérgio Cabral ressaltou outros investimos do Governo do Estado em tecnologia.
- Compramos notebooks para os professores com banda larga e tenho recebido testemunhos sobre o quanto isso tem melhorado seu desempenho profissional e permite que eles façam o que não era possível anteriormente.
Outra boa notícia foi a ampliação do projeto Geração Futuro, que na segunda edição vai premiar os 7.300 alunos melhores colocados na Avaliação Externa com laptops. Na primeira fase, dois mil alunos da rede do 9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio foram contemplados. Nas 19 mil salas de aula, das 1.437 escolas estaduais, também estão sendo instalados aparelhos de ar condicionado, semelhantes aos que já existem no Miécimo da Silva.
O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, elogiou a escola e a ferramenta tecnológica que está sendo implantada.
- Vi salas climatizadas, professores e alunos felizes. No ponto de vista de tecnologia, vocês também estão à frente. A retribuição será no futuro, quando poderemos passar o bastão para vocês – disse Falco aos alunos.
Sistema foi aprovado pela direção e pelos alunos
O Centro Interescolar Miécimo da Silva conta com 80 professores regentes e atende a 1.590 alunos do Ensino Médio regular, Ensino Médio integrado e subseqüente.
A diretora, Rosana Leite de Farias, conta que todos os funcionários colaboraram para o sucesso do sistema, que começou a ser testado há alguns dias.
- Realmente é uma conexão. O estudante quando chega à escola passa o cartão no validador que dá direito à passagem nos ônibus, na sala de aula para registrar presença, e no refeitório para controlar merenda. Ele só consegue gratuidade no transporte se, efetivamente, vier à aula todos os dias – contou a diretora.
Rosana está orgulhosa por também oferecer aos estudantes o acesso à internet no laboratório de informática e dispor, ainda, de biblioteca informatizada com cerca de seis mil exemplares de obras diversas, catalogadas pela bibliotecária Ana Soares.
As alunas do 1º módulo do Curso Técnico em Administração, Carla Cristina S. C. Chaves e Carla Mirela L. Alves, contam que antes da implantação do sistema tinham dificuldades de entrar nos transportes.
- Com o cartão, podemos passar normalmente nos ônibus sem precisar pagar a passagem ou ouvir reclamações – disse Carla Cristina.
Matriculada neste semestre no Miécimo da Silva, a estudante do Curso Técnico, Marta Souza, aguarda ansiosa pelo cartão.
- Será uma identidade que eu vou ter orgulho de apresentar.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Relembre as dez maiores pisadas de bola do futebol
A recente polêmica envolvendo a ida do atacante cruzeirense Kléber a um evento da torcida organizada do Palmeiras às vésperas da partida entre as equipes exaltou os ânimos dos torcedores celestes. Um grupo se irritou tanto com a postura do jogador e chegou a pedir sua saída da Toca da Raposa na última terça-feira. Apesar de não ver problemas no que fez, o Gladiador foi chamado de traidor por muitos torcedores que antes o admiravam.
Mas quem nunca se frustrou ao ver um jogador de seu clube fazendo juras de amor ao arquirrival ou ainda tripudiando das cores que defendia? Muitos são os casos e isso não é privilégio só do Brasil. O LANCENET! pega uma carona e relembra dez das maiores pisadas na bola do futebol para lembrar que, salvo exceções, os jogadores seguem à risca o ditado 'amigos, amigos, negócios à parte'.
O vai e vem de Leandro Amaral>
Em 2007 o contrato de Leandro Amaral com o Vasco chegou ao fim. Mesmo com o clube fazendo prevalecer o direito de renovação automática, prevista em uma cláusula, o atleta decidiu se transferir para o Fluminense, que defendeu em alguns jogos do Campeonato Carioca de 2008. No meio da competição a Justiça decidiu seu retorno ao Vasco, que Leandro defendeu na campanha do rebaixamento no Brasileiro. Após a queda vascaína, com contrato no fim e sem clausula nenhuma que o obrigasse a ficar em São Januário, o atacante voltou para as Laranjeiras.
A churrascada de Renato Gaúcho e Gaúcho
À época no Botafogo, o atacante Renato Gaúcho saboreou uma deliciosa churrascada na casa do amigo Gaúcho, que jogava no Flamengo. Tudo certo, com exceção de um 'pequeno' detalhe. A confraternização amistosa aconteceu no dia seguinte à primeira partida entre Fla e Bota pela decisão do Brasileirão de 92, vencida pelo rubro-negro por 3 a 0. Renato Gaúcho foi afastado do Fogão por causa do evento.
Ashley Cole troca o Arsenal pelo Chelsea
Jogador dos Gunners desde os 17 anos, Ashley Cole começou a se encantar com os petrodólares que o bilionário russo Roman Abramovich despejava no seu recém-comprado Chelsea. Quando a proposta chegou, o lateral forçou a barra para assinar com os Blues e despertou o ódio em Highbury. Até hoje o camisa 3 é hostilizado por seus ex-fãs.
Bebeto se cria no Flamengo e acerta com o Vasco
O tetracampeão começou profissionalmente e ganhou projeção nacional na Gávea. Pouco tempo depois estava se mudando para o maior rival do rubro-negro. Em entrevistas diferentes afirmou ser flamenguista de coração, mas já se declarou vascaino, em homenagem ao avô, que se chama Vasco.
Cafu pula o muro na Barra Funda
Multicampeão no São Paulo e um dos grandes nomes da história do clube, o lateral Cafu partiu para a aventura europeia e assinou contrato com o Zaragoza em 1994. Um ano depois, desembarcava no rival Palmeiras apesar da cláusula que impedia sua transferência para um grande paulista. A traição deixou a torcida indignada e parte dos dirigentes juraram que o jogador jamais vestiria a camisa 2 do Tricolor novamente.
Ricardinho troca Corinthians por São Paulo
Valorizado pela sequência de títulos no Corinthians e pela convocação para a Copa de 2002, Ricardinho deu um duro golpe na diretoria alvinegra ao trocar o Parque São Jorge pelo Morumbi. A contratação despertou a ira dos corintianos, que não admitiam ver o ex-ídolo no rival.
Ronaldo deixa a Inter na mão pelo sonho galáctico
Foi na Inter de Milão que o atacante Ronaldo viveu as piores contusões da sua carreira. Contratado a peso de ouro, o jogador teve todo o suporte da diretoria do clube italiano. Após se recuperar e ser o grande destaque da campanha do pentacampeonato da Seleção em 2002, o atacante deixou o time para formar a primeira geração de galácticos do Real Madrid. O golpe de misericórdia viria anos depois, quando o Fenômeno voltou à Itália para jogar no arquirrival Milan.
Adebayor debocha de torcedores do ex-clube
Criticado por parte da torcida do Arsenal, o togolês Adebayor esperou pacientemente para ter sua vingança. Negociado com o Manchester City, o atacante demoliu o ex-clube no primeiro encontro entre os dois. Depois de fazer um dos gols na goleada por 4 a 2, o camisa 25 cruzou o campo em alta velocidade para comemorar e tripudiar dos torcedores dos Gunners, que atiraram até cadeiras em campo. Além do gol, Adebayor ainda deu um chute no rosto do ex-companheiro de ataque Robbie Van Persie.
Ronaldo jura amor ao Flamengo. Porém...
Parecia o fim da linha para Ronaldo no futebol. Sem clube após sair do Milan com mais uma lesão no joelho, o Fenômeno teve as portas da Gávea abertas para se recuperar. Jurou amor ao clube, disse que sonhava em vestir a camisa rubro-negra e encheu a torcida de esperança. Na hora de botar o amor no papel, porém, Ronaldo acabou assinando com o Corinthians, enfurecendo a nação flamenguista. O jogador só escapou de sentir na pele o ódio pelo abandono porque estava machucado e não participou do duelo no Maracanã.
Figo troca o Barcelona pelo Real Madrid
O meia português realizou talvez a mais controversa negociação do futebol. Ídolo no Barcelona, onde chegou aos 22 anos para substituir o dinamarquês Laudrup, Figo virou promessa política do então candidato à presidência do Real Madrid, Florentino Pérez. Eleição consumada e o rival pagava o valor recorde na época para tirar o português da Catalunha para iniciar a era dos galácticos. Figo jamais foi perdoado e no primeiro encontro no Camp Nou, o português teve que enfrentar uma 'chuva' de objetos atirados em sua direção a cada lateral e escanteio. O ápice da tensão ocorreu quando uma cabeça de porco foi jogada contra o atleta.
Mas quem nunca se frustrou ao ver um jogador de seu clube fazendo juras de amor ao arquirrival ou ainda tripudiando das cores que defendia? Muitos são os casos e isso não é privilégio só do Brasil. O LANCENET! pega uma carona e relembra dez das maiores pisadas na bola do futebol para lembrar que, salvo exceções, os jogadores seguem à risca o ditado 'amigos, amigos, negócios à parte'.
Em 2007 o contrato de Leandro Amaral com o Vasco chegou ao fim. Mesmo com o clube fazendo prevalecer o direito de renovação automática, prevista em uma cláusula, o atleta decidiu se transferir para o Fluminense, que defendeu em alguns jogos do Campeonato Carioca de 2008. No meio da competição a Justiça decidiu seu retorno ao Vasco, que Leandro defendeu na campanha do rebaixamento no Brasileiro. Após a queda vascaína, com contrato no fim e sem clausula nenhuma que o obrigasse a ficar em São Januário, o atacante voltou para as Laranjeiras.
À época no Botafogo, o atacante Renato Gaúcho saboreou uma deliciosa churrascada na casa do amigo Gaúcho, que jogava no Flamengo. Tudo certo, com exceção de um 'pequeno' detalhe. A confraternização amistosa aconteceu no dia seguinte à primeira partida entre Fla e Bota pela decisão do Brasileirão de 92, vencida pelo rubro-negro por 3 a 0. Renato Gaúcho foi afastado do Fogão por causa do evento.
Ashley Cole troca o Arsenal pelo Chelsea
Jogador dos Gunners desde os 17 anos, Ashley Cole começou a se encantar com os petrodólares que o bilionário russo Roman Abramovich despejava no seu recém-comprado Chelsea. Quando a proposta chegou, o lateral forçou a barra para assinar com os Blues e despertou o ódio em Highbury. Até hoje o camisa 3 é hostilizado por seus ex-fãs.
O tetracampeão começou profissionalmente e ganhou projeção nacional na Gávea. Pouco tempo depois estava se mudando para o maior rival do rubro-negro. Em entrevistas diferentes afirmou ser flamenguista de coração, mas já se declarou vascaino, em homenagem ao avô, que se chama Vasco.
Cafu pula o muro na Barra Funda
Multicampeão no São Paulo e um dos grandes nomes da história do clube, o lateral Cafu partiu para a aventura europeia e assinou contrato com o Zaragoza em 1994. Um ano depois, desembarcava no rival Palmeiras apesar da cláusula que impedia sua transferência para um grande paulista. A traição deixou a torcida indignada e parte dos dirigentes juraram que o jogador jamais vestiria a camisa 2 do Tricolor novamente.
Valorizado pela sequência de títulos no Corinthians e pela convocação para a Copa de 2002, Ricardinho deu um duro golpe na diretoria alvinegra ao trocar o Parque São Jorge pelo Morumbi. A contratação despertou a ira dos corintianos, que não admitiam ver o ex-ídolo no rival.
Ronaldo deixa a Inter na mão pelo sonho galáctico
Foi na Inter de Milão que o atacante Ronaldo viveu as piores contusões da sua carreira. Contratado a peso de ouro, o jogador teve todo o suporte da diretoria do clube italiano. Após se recuperar e ser o grande destaque da campanha do pentacampeonato da Seleção em 2002, o atacante deixou o time para formar a primeira geração de galácticos do Real Madrid. O golpe de misericórdia viria anos depois, quando o Fenômeno voltou à Itália para jogar no arquirrival Milan.
Criticado por parte da torcida do Arsenal, o togolês Adebayor esperou pacientemente para ter sua vingança. Negociado com o Manchester City, o atacante demoliu o ex-clube no primeiro encontro entre os dois. Depois de fazer um dos gols na goleada por 4 a 2, o camisa 25 cruzou o campo em alta velocidade para comemorar e tripudiar dos torcedores dos Gunners, que atiraram até cadeiras em campo. Além do gol, Adebayor ainda deu um chute no rosto do ex-companheiro de ataque Robbie Van Persie.
Ronaldo jura amor ao Flamengo. Porém...
Parecia o fim da linha para Ronaldo no futebol. Sem clube após sair do Milan com mais uma lesão no joelho, o Fenômeno teve as portas da Gávea abertas para se recuperar. Jurou amor ao clube, disse que sonhava em vestir a camisa rubro-negra e encheu a torcida de esperança. Na hora de botar o amor no papel, porém, Ronaldo acabou assinando com o Corinthians, enfurecendo a nação flamenguista. O jogador só escapou de sentir na pele o ódio pelo abandono porque estava machucado e não participou do duelo no Maracanã.
O meia português realizou talvez a mais controversa negociação do futebol. Ídolo no Barcelona, onde chegou aos 22 anos para substituir o dinamarquês Laudrup, Figo virou promessa política do então candidato à presidência do Real Madrid, Florentino Pérez. Eleição consumada e o rival pagava o valor recorde na época para tirar o português da Catalunha para iniciar a era dos galácticos. Figo jamais foi perdoado e no primeiro encontro no Camp Nou, o português teve que enfrentar uma 'chuva' de objetos atirados em sua direção a cada lateral e escanteio. O ápice da tensão ocorreu quando uma cabeça de porco foi jogada contra o atleta.
domingo, 20 de setembro de 2009
"Che 2" conclui painel sobre líder revolucionário
Pela mídia, pelos seguidores, pelos fãs, pelos detratores, por aqueles que nem se dão ao trabalho de tentar compreendê-lo, o revolucionário argentino Ernesto "Che" Guevara é visto como santo ou demônio - dependendo do ponto de vista que se quer provar, sua figura é bastante maleável. O diretor norte-americano Steven Soderbergh tenta, no entanto, fazer um retrato desse personagem com certa isenção.
O resultado é um épico de cerca de 4 horas de duração, que no Brasil foi dividido em duas partes.
A segunda delas, "Che 2 - A Guerrilha", chega aos cinemas do país nesta sexta-feira, alguns meses depois de "Che" (já disponível em DVD). Se na primeira parte, Che Guevara - interpretado por Benicio Del Toro - é visto pelo prisma humano, aqui o distanciamento quase documental do filme parece conferir a ele uma dimensão mítica.
De maneira simplista, o díptico poderia ser classificado como a ascensão e a queda de Che Guevara. Em "Che", o vemos fazendo parte da Revolução Cubana e a chegada de Fidel Castro ao poder. Já "Che 2 - A Guerrilha", acompanha os últimos dias de vida do personagem numa floresta boliviana. Até o clima do filme é diferente, mais soturno, denso.
Do ponto de vista técnico, Soderbergh é um dos cineastas norte-americanos mais completos da atualidade. Não apenas dirigiu os filmes, como também os fotografou. O que se vê na tela é um apuro técnico que impressiona.
Sem movimentos de câmera inventivos ou desnecessários, o diretor usa as imagens em benefício de uma narrativa - e, assim, a diferença do momento histórico para o personagem, nos dois filmes, fica bastante clara.
Na Bolívia, sofrendo uma crise de asma, Che está embrenhado no meio da floresta, depois de executar alguns trabalhos administrativos em Cuba. Ele pretende espalhar a revolução por toda a América do Sul, mas tudo parece conspirar contra, seja pelo clima pouco favorável ou pelos camponeses que não confiam em estrangeiros.
O personagem não conta com o apoio do partido comunista local, e, apesar de chegar disfarçado, a notícia de que está na Bolívia se espalha e chega aos ouvidos de seus inimigos. No entanto, "Che 2 - A Guerrilha" se esquiva de discussões políticas mais densas - especialmente aquelas que envolvem a morte do líder guerrilheiro.
Premiado em Cannes pela sua interpretação nos dois filme - que no Festival do ano passado foram exibidos como um só - Del Toro está impressionante no papel do líder revolucionário. Mais do que interpretar, ele respira Che Guevara. O trabalho do ator é um dos maiores atrativos para se ver o filme.
Roteirizado por Peter Buchman e Benjamin A. van der Veen, que também tiveram como base o "Diário Boliviano", de Guevara, "Che 2 - A Guerrilha" jamais se propõe a ser uma aula de história - o que, na verdade, é uma de suas qualidades. O filme não esclarece muito sobre o personagem histórico, nem traz nenhuma novidade, mas, ao mesmo tempo, traça um retrato bastante honesto de um homem cujo coração revolucionário estava acima de tudo.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
O resultado é um épico de cerca de 4 horas de duração, que no Brasil foi dividido em duas partes.
A segunda delas, "Che 2 - A Guerrilha", chega aos cinemas do país nesta sexta-feira, alguns meses depois de "Che" (já disponível em DVD). Se na primeira parte, Che Guevara - interpretado por Benicio Del Toro - é visto pelo prisma humano, aqui o distanciamento quase documental do filme parece conferir a ele uma dimensão mítica.
De maneira simplista, o díptico poderia ser classificado como a ascensão e a queda de Che Guevara. Em "Che", o vemos fazendo parte da Revolução Cubana e a chegada de Fidel Castro ao poder. Já "Che 2 - A Guerrilha", acompanha os últimos dias de vida do personagem numa floresta boliviana. Até o clima do filme é diferente, mais soturno, denso.
Do ponto de vista técnico, Soderbergh é um dos cineastas norte-americanos mais completos da atualidade. Não apenas dirigiu os filmes, como também os fotografou. O que se vê na tela é um apuro técnico que impressiona.
Sem movimentos de câmera inventivos ou desnecessários, o diretor usa as imagens em benefício de uma narrativa - e, assim, a diferença do momento histórico para o personagem, nos dois filmes, fica bastante clara.
Na Bolívia, sofrendo uma crise de asma, Che está embrenhado no meio da floresta, depois de executar alguns trabalhos administrativos em Cuba. Ele pretende espalhar a revolução por toda a América do Sul, mas tudo parece conspirar contra, seja pelo clima pouco favorável ou pelos camponeses que não confiam em estrangeiros.
O personagem não conta com o apoio do partido comunista local, e, apesar de chegar disfarçado, a notícia de que está na Bolívia se espalha e chega aos ouvidos de seus inimigos. No entanto, "Che 2 - A Guerrilha" se esquiva de discussões políticas mais densas - especialmente aquelas que envolvem a morte do líder guerrilheiro.
Premiado em Cannes pela sua interpretação nos dois filme - que no Festival do ano passado foram exibidos como um só - Del Toro está impressionante no papel do líder revolucionário. Mais do que interpretar, ele respira Che Guevara. O trabalho do ator é um dos maiores atrativos para se ver o filme.
Roteirizado por Peter Buchman e Benjamin A. van der Veen, que também tiveram como base o "Diário Boliviano", de Guevara, "Che 2 - A Guerrilha" jamais se propõe a ser uma aula de história - o que, na verdade, é uma de suas qualidades. O filme não esclarece muito sobre o personagem histórico, nem traz nenhuma novidade, mas, ao mesmo tempo, traça um retrato bastante honesto de um homem cujo coração revolucionário estava acima de tudo.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
Airton Senna homenageado na Itália
O ex-piloto Ayrton Senna, três vezes campeão do mundo de Fórmula 1, será homenageado na Itália neste fim de semana com uma mostra sobre sua vitoriosa carreira no automobilismo.
A cerimônia de inauguração do evento será realizada às 19h locais (14h em Brasília) desta sexta-feira na Embaixada do Brasil em Roma, na Piazza Navona. A atriz e modelo italiana Manuela Arcuri será a madrinha da mostra.
Estarão presentes o embaixador do Brasil, José Viegas Filho, e a irmã do ex-piloto, Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, que organiza a mostra.
Além deles, participarão também Cláudio Giovannone, representante do Instituto Ayrton Senna na Europa, e Bruno Senna, sobrinho de Ayrton que é cotado para disputar a Fórmula 1 no próximo ano.
Morto em 1994 em um acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, Senna é considerado um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1. Em dez anos de carreira, ele passou por Totelam, Lótus, McLaren e Williams.
Fonte ANSA - UOL.com.br
A cerimônia de inauguração do evento será realizada às 19h locais (14h em Brasília) desta sexta-feira na Embaixada do Brasil em Roma, na Piazza Navona. A atriz e modelo italiana Manuela Arcuri será a madrinha da mostra.
Estarão presentes o embaixador do Brasil, José Viegas Filho, e a irmã do ex-piloto, Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, que organiza a mostra.
Além deles, participarão também Cláudio Giovannone, representante do Instituto Ayrton Senna na Europa, e Bruno Senna, sobrinho de Ayrton que é cotado para disputar a Fórmula 1 no próximo ano.
Morto em 1994 em um acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, Senna é considerado um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1. Em dez anos de carreira, ele passou por Totelam, Lótus, McLaren e Williams.
Fonte ANSA - UOL.com.br
Você e a sua Vida.
Será que você sabe realmente quem você é? Muitas vezes estamos dando o melhor de nós, mas não estamos satisfeitos com o que conseguimos. Isso acontece porque quando não nos conhecemos interiormente, o melhor de nós é muito pobre, muito vazio. Muita gente olha para os filhos, esposa, bens materiais e acha que a resposta está neles. Quando isso acontece, sua imagem perde a referência, você vira personagem da vida alheia. Começamos a inventar desculpas para nossas impossibilidades.
Você começa a estar em si quando percebe que tudo na sua vida depende de você, sua felicidade, sua emoção e sua razão. Estar em si é encontrar paz nos momentos difíceis da vida, é silenciar num momento de incompreensão do outro. É aceitar e compreender a visão de vida de cada pessoa, entender que todos somos iguais sim, mas com pontos de vista e escolhas diferentes.
Estar em si é não ter medo de demonstrar emoção, de chorar quando sentir vontade, com medo que as pessoas achem que você é fraco. É sentir na alma a decepção, mas ter a consciência de que o mundo não acabou. É entender que cada experiência é uma nova lição.
É aprender a curtir ao máximo as pessoas que amamos, pois a perda é inevitável. É ter a humildade para reconhecer os erros, e a sabedoria para crescer com eles. É não cobrar atitude de pessoas que você sabe que não estão preparadas para tal. É dar uma chance a si mesmo em cada novo desafio, e entender que desafios são degraus de subida e não barreiras que devem ser derrubadas. É entender que o fracasso não existe, mas sim, que você aprendeu que ?aquela? maneira de agir não funciona.
Quem está em si mesmo ama livremente, sem cobranças, protegendo suavemente, sem esperar nada do outro, a não ser sua felicidade. Quem está em si mesmo, sabe que antes de amar o outro, precisa amar-se. É saber que não são os outros que lhe magoam, mas sim, que você se "deixa magoar".
É prosseguir sempre, é crescer sempre, é aprender sempre, tendo a humildade suficiente para enxergar e respeitar as diferenças de comportamentos daqueles que não estão no mesmo caminho. É saber que apesar de tudo, apesar da hipocrisia de muitos, apesar do medo de amar e ser amado, apesar de muitos prenderem seus sentimentos mais puros em nome da moral e bons costumes, apesar de todas as ilusões que as pessoas enfrentam e vivem, a vida vale a pena sim.
Estar em si mesmo é ter a real convicção da própria vida, da vida das pessoas, do amor que esta envolta dos corações deprimidos procurando uma brecha para brilhar sua Luz e ascender para um novo mundo. O seu mundo!
Você começa a estar em si quando percebe que tudo na sua vida depende de você, sua felicidade, sua emoção e sua razão. Estar em si é encontrar paz nos momentos difíceis da vida, é silenciar num momento de incompreensão do outro. É aceitar e compreender a visão de vida de cada pessoa, entender que todos somos iguais sim, mas com pontos de vista e escolhas diferentes.
Estar em si é não ter medo de demonstrar emoção, de chorar quando sentir vontade, com medo que as pessoas achem que você é fraco. É sentir na alma a decepção, mas ter a consciência de que o mundo não acabou. É entender que cada experiência é uma nova lição.
É aprender a curtir ao máximo as pessoas que amamos, pois a perda é inevitável. É ter a humildade para reconhecer os erros, e a sabedoria para crescer com eles. É não cobrar atitude de pessoas que você sabe que não estão preparadas para tal. É dar uma chance a si mesmo em cada novo desafio, e entender que desafios são degraus de subida e não barreiras que devem ser derrubadas. É entender que o fracasso não existe, mas sim, que você aprendeu que ?aquela? maneira de agir não funciona.
Quem está em si mesmo ama livremente, sem cobranças, protegendo suavemente, sem esperar nada do outro, a não ser sua felicidade. Quem está em si mesmo, sabe que antes de amar o outro, precisa amar-se. É saber que não são os outros que lhe magoam, mas sim, que você se "deixa magoar".
É prosseguir sempre, é crescer sempre, é aprender sempre, tendo a humildade suficiente para enxergar e respeitar as diferenças de comportamentos daqueles que não estão no mesmo caminho. É saber que apesar de tudo, apesar da hipocrisia de muitos, apesar do medo de amar e ser amado, apesar de muitos prenderem seus sentimentos mais puros em nome da moral e bons costumes, apesar de todas as ilusões que as pessoas enfrentam e vivem, a vida vale a pena sim.
Estar em si mesmo é ter a real convicção da própria vida, da vida das pessoas, do amor que esta envolta dos corações deprimidos procurando uma brecha para brilhar sua Luz e ascender para um novo mundo. O seu mundo!
sábado, 19 de setembro de 2009
HORÓSCOPO DO DIA
* Áries - 19/09/2009
Neste momento você precisa se mostrar mais paciente ao lidar com as pessoas, sem ser rígido ou autoritário. É preciso entender que toda mudança de postura mais ou menos brusca exige tato e diplomacia, para que você consiga se fazer compreender.
* Touro - 19/09/2009
Você está organizando a sua vida aos poucos, o que é ótimo. Tire o final de semana para regenerar as suas energias físicas e psíquicas, evitando atividades estressantes e ambientes agitados demais além de, claro, ter uma dieta mais saudável.
* Gêmeos - 19/09/2009
Começou uma fase de escolhas e decisões mais importantes, e não dá para ficar olhando o trem passar. Hoje você terá a oportunidade de agir, mas isso não pode ser feito sob tensão. Respire, pense e siga em frente.
* Cancer - 19/09/2009
O sábado pede que você busque maior equilíbrio emocional, não se prenda ao que passou e nem crie situações indesejáveis no plano familiar e doméstico. Procure descansar e regenerar o seu psiquismo.
* Leão - 19/09/2009
Vontade de colocar para fora o que você vem sentindo, mas de maneira agressiva. Controle-se melhor e evite dizer algo do qual vá se arrepender depois.
* Virgem - 19/09/2009
Você está determinado acerca das suas convicções, mas talvez não esteja sabendo transmiti-las da maneira adequada, se mostrando mais inflexível. É preciso que tenha mais tato e saiba negociar.
* Libra - 19/09/2009
A Lua no seu signo está lhe deixando mais sensível. É necessário que você evite pessoas e ambientes que desestabilizem você, pois o mais importante agora é seguir buscando o seu fortalecuimento interior.
* Escorpião - 19/09/2009
Momento de maior inquietude interior, sendo que a ansiedade poderá fazer com que a sua mente trabalhe de forma obsessiva e você diga palavras duras para as pessoas. Acalme-se.
* Sagitário - 19/09/2009
Hoje você parece querer uma vida social mais intensa e movimentada que de costume, mas é necessário que tenha maior equilíbrio emocional e não cometa excessos. Seja mais seletivo em relação aos amigos e às companhias.
* Capricórnio
- 19/09/2009
O dia está pedindo de você maior suavidade e atenção na hora de tomar decisões e lidar com a sua imagem. Não se exponha tanto, tendo maior frieza e tato, pois seus planos são de longo prazo e tudo deve ser feito gradualmente.
* Aquário - 19/09/2009
Com o sábado, a vontade de se sentir livre para fazer o que bem entender traz a necessidade de espaço. Você tem todo o direito, claro, sem extrapolar. Faça as coisas com calma e tenha um dia de prazer.
* Peixes - 19/09/2009
Agora você precisa ter cuidado com o seu gênio e evitar ser vinagativo caso alguém lhe decepcione ou provoque. Mantenha o seu coração mais leve e tire o dia para relaxar, afinal é sábado.
Neste momento você precisa se mostrar mais paciente ao lidar com as pessoas, sem ser rígido ou autoritário. É preciso entender que toda mudança de postura mais ou menos brusca exige tato e diplomacia, para que você consiga se fazer compreender.
* Touro - 19/09/2009
Você está organizando a sua vida aos poucos, o que é ótimo. Tire o final de semana para regenerar as suas energias físicas e psíquicas, evitando atividades estressantes e ambientes agitados demais além de, claro, ter uma dieta mais saudável.
* Gêmeos - 19/09/2009
Começou uma fase de escolhas e decisões mais importantes, e não dá para ficar olhando o trem passar. Hoje você terá a oportunidade de agir, mas isso não pode ser feito sob tensão. Respire, pense e siga em frente.
* Cancer - 19/09/2009
O sábado pede que você busque maior equilíbrio emocional, não se prenda ao que passou e nem crie situações indesejáveis no plano familiar e doméstico. Procure descansar e regenerar o seu psiquismo.
* Leão - 19/09/2009
Vontade de colocar para fora o que você vem sentindo, mas de maneira agressiva. Controle-se melhor e evite dizer algo do qual vá se arrepender depois.
* Virgem - 19/09/2009
Você está determinado acerca das suas convicções, mas talvez não esteja sabendo transmiti-las da maneira adequada, se mostrando mais inflexível. É preciso que tenha mais tato e saiba negociar.
* Libra - 19/09/2009
A Lua no seu signo está lhe deixando mais sensível. É necessário que você evite pessoas e ambientes que desestabilizem você, pois o mais importante agora é seguir buscando o seu fortalecuimento interior.
* Escorpião - 19/09/2009
Momento de maior inquietude interior, sendo que a ansiedade poderá fazer com que a sua mente trabalhe de forma obsessiva e você diga palavras duras para as pessoas. Acalme-se.
* Sagitário - 19/09/2009
Hoje você parece querer uma vida social mais intensa e movimentada que de costume, mas é necessário que tenha maior equilíbrio emocional e não cometa excessos. Seja mais seletivo em relação aos amigos e às companhias.
* Capricórnio
- 19/09/2009
O dia está pedindo de você maior suavidade e atenção na hora de tomar decisões e lidar com a sua imagem. Não se exponha tanto, tendo maior frieza e tato, pois seus planos são de longo prazo e tudo deve ser feito gradualmente.
* Aquário - 19/09/2009
Com o sábado, a vontade de se sentir livre para fazer o que bem entender traz a necessidade de espaço. Você tem todo o direito, claro, sem extrapolar. Faça as coisas com calma e tenha um dia de prazer.
* Peixes - 19/09/2009
Agora você precisa ter cuidado com o seu gênio e evitar ser vinagativo caso alguém lhe decepcione ou provoque. Mantenha o seu coração mais leve e tire o dia para relaxar, afinal é sábado.
Microsoft abre inscrições para programa de capacitação
A Microsoft Brasil anunciou que estão abertas as inscrições para a quinta edição do seu programa gratuito de capacitação de jovens Students to Business - S2B para o mercado de trabalho.
O projeto faz parte das iniciativas de Cidadania Corporativa da empresa no país, tem o objetivo de oferecer gratuitamente capacitação a estudantes dos ensinos médio, técnico e universitário interessados em tecnologia da informação, facilitando o acesso deles às vagas ofertadas pelas empresas nesse segmento. Formulários para participação estão disponíveis no site http://www.programaS2B.com.br.
"Basta ser estudante para participar do programa", conta Amintas Neto, gerente geral de programas acadêmicos da Microsoft Brasil. "Além de capacitar quem já escolheu seguir carreira em tecnologia, o Students to Business é uma oportunidade para jovens que têm interesse pela área, mas ainda não atuaram nesse segmento".
Realizado no Brasil desde 2007, o programa da Microsoft responde à necessidade do mercado mercado de tecnologia por formação de mão de obra. "Hoje muitas vagas do mercado não são preenchidas por falta de qualificação. Nossa idéia é capacitar jovens num espaço curto de tempo e aproximá-los das empresas empregadoras", explica Neto.
Durante o programa, os estudantes engajados passam por etapas de capacitação e, ao final, participam de uma Feira de Empregos, onde interessados capacitados e empresas com ofertas de trabalho se encontram para apresentação de oportunidades de seleção. "Conseguimos incluir no Students to Business um processo efetivo de geração de empregos, em 2008 cerca de 1.000 estudantes foram contratados durante a Feira", destaca o executivo.
O programa é dividido em três etapas totalizando 84 horas de capacitação em tecnologias Microsoft. Participantes recebem licenças para download gratuito dos softwares utilizados nos treinamentos para dar continuidade prática do conteúdo aprendido utilizando o computador pessoal.
A iniciativa também conta com o apoio de empresas que demandam mão de obra especializada e que oferecem oportunidades de emprego ou estágio ao final da capacitação. O programa está disponível para estudantes desde o ensino médio até o ensino superior e pós-graduação.
Desta vez, o programa vai abranger 25 localidades em 15 estados do Brasil - Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, e tem como meta capacitar os alunos participantes no uso da tecnologia Microsoft nas áreas de desenvolvimento, infra-estrutura e, em algumas localidades, também em banco de dados (DBAs) e Criação de Web-sites. As inscrições podem ser feitas pelo site: http://www.programaS2B.com.br.
As aulas acontecem nas unidades dos Centros de Inovação mantidos pela Microsoft em várias cidades do país e em instituições parceiras.
Agenda:
Inscrições para a 5a onda do Students to Business
Especializações: Infra-estrutura / Desenvolvimento de Sistemas / Banco de dados / Criação de websites
Período: até 27 de setembro
Inscrições: pelo site http://www.programaS2B.com.br
Atividades
Inscrições: 10/09 a 27/09
Publicação dos classificados para a 1ª Etapa: 01/10 a 04/10
Realização da 1ª Etapa: 05/10 a 10/10
Publicação dos resultados 1ª Etapa: 16/10 a 19/10
Realização da 2ª Etapa: 20/10 a 31/10
Publicação dos resultados da 2ª Etapa: 05/11 a 08/11
Realização da 3ª Etapa: 17/11 a 30/11
Apresentação do projeto final: 30/11
Publicação dos resultados da 3ª Etapa: 07/12 a 11/12
Evento de Formatura: 07/12 a 11/12
Fonte: Microsoft Brasil - MSN.com.br
O projeto faz parte das iniciativas de Cidadania Corporativa da empresa no país, tem o objetivo de oferecer gratuitamente capacitação a estudantes dos ensinos médio, técnico e universitário interessados em tecnologia da informação, facilitando o acesso deles às vagas ofertadas pelas empresas nesse segmento. Formulários para participação estão disponíveis no site http://www.programaS2B.com.br.
"Basta ser estudante para participar do programa", conta Amintas Neto, gerente geral de programas acadêmicos da Microsoft Brasil. "Além de capacitar quem já escolheu seguir carreira em tecnologia, o Students to Business é uma oportunidade para jovens que têm interesse pela área, mas ainda não atuaram nesse segmento".
Realizado no Brasil desde 2007, o programa da Microsoft responde à necessidade do mercado mercado de tecnologia por formação de mão de obra. "Hoje muitas vagas do mercado não são preenchidas por falta de qualificação. Nossa idéia é capacitar jovens num espaço curto de tempo e aproximá-los das empresas empregadoras", explica Neto.
Durante o programa, os estudantes engajados passam por etapas de capacitação e, ao final, participam de uma Feira de Empregos, onde interessados capacitados e empresas com ofertas de trabalho se encontram para apresentação de oportunidades de seleção. "Conseguimos incluir no Students to Business um processo efetivo de geração de empregos, em 2008 cerca de 1.000 estudantes foram contratados durante a Feira", destaca o executivo.
O programa é dividido em três etapas totalizando 84 horas de capacitação em tecnologias Microsoft. Participantes recebem licenças para download gratuito dos softwares utilizados nos treinamentos para dar continuidade prática do conteúdo aprendido utilizando o computador pessoal.
A iniciativa também conta com o apoio de empresas que demandam mão de obra especializada e que oferecem oportunidades de emprego ou estágio ao final da capacitação. O programa está disponível para estudantes desde o ensino médio até o ensino superior e pós-graduação.
Desta vez, o programa vai abranger 25 localidades em 15 estados do Brasil - Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, e tem como meta capacitar os alunos participantes no uso da tecnologia Microsoft nas áreas de desenvolvimento, infra-estrutura e, em algumas localidades, também em banco de dados (DBAs) e Criação de Web-sites. As inscrições podem ser feitas pelo site: http://www.programaS2B.com.br.
As aulas acontecem nas unidades dos Centros de Inovação mantidos pela Microsoft em várias cidades do país e em instituições parceiras.
Agenda:
Inscrições para a 5a onda do Students to Business
Especializações: Infra-estrutura / Desenvolvimento de Sistemas / Banco de dados / Criação de websites
Período: até 27 de setembro
Inscrições: pelo site http://www.programaS2B.com.br
Atividades
Inscrições: 10/09 a 27/09
Publicação dos classificados para a 1ª Etapa: 01/10 a 04/10
Realização da 1ª Etapa: 05/10 a 10/10
Publicação dos resultados 1ª Etapa: 16/10 a 19/10
Realização da 2ª Etapa: 20/10 a 31/10
Publicação dos resultados da 2ª Etapa: 05/11 a 08/11
Realização da 3ª Etapa: 17/11 a 30/11
Apresentação do projeto final: 30/11
Publicação dos resultados da 3ª Etapa: 07/12 a 11/12
Evento de Formatura: 07/12 a 11/12
Fonte: Microsoft Brasil - MSN.com.br
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
LULA INDICA (OU ESCOLHE?) NOVO MINISTRO DO STF!
1. Pela Constituição Brasileira, esse é um ato complexo entre os dois poderes. A indicação do presidente não é nomeação. Deve ser analisada com profundidade pelo Senado, que é parte da decisão, como o faz o Senado nos EUA. E fazê-lo com profundidade, o que implica não apenas antecedentes técnico-jurídicos (nesse caso bastaria um concurso público), mas comportamento pessoal, antecedentes que garantam a impessoalidade, experiência efetiva, etc. Por isso, a sabatina do Senado dos EUA leva, às vezes, várias semanas. Especialmente quando o sugerido tem, como é o caso, pouca idade para a função (41 anos) e ficará no STF por 29 anos. A gratidão é um gesto importante, mas não se aplica ao caso. Ou não deveria se aplicar.
2. Dados do currículo do Dr. José Antonio Toffoli. (Estado SP, 17/09) "Toffoli foi assessor parlamentar da liderança do PT na Câmara até 2000, defendeu Lula nas campanhas presidenciais de 1998, 2002 e 2006 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil de 2003 a 2005, quando Dirceu era ministro, e chegou à AGU em março de 2007".
Fonte Ex-Blog
2. Dados do currículo do Dr. José Antonio Toffoli. (Estado SP, 17/09) "Toffoli foi assessor parlamentar da liderança do PT na Câmara até 2000, defendeu Lula nas campanhas presidenciais de 1998, 2002 e 2006 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil de 2003 a 2005, quando Dirceu era ministro, e chegou à AGU em março de 2007".
Fonte Ex-Blog
Maradona e Rojas entre os maiores trapaceiros da História
Jornal espanhol elege as principais trapaças do esporte em todos os tempos
Em meio ao escândalo da Renault na Fórmula 1 envolvendo o piloto brasileiro Nelsinho Piquet, o diário espanhol "Marca" apontou as dez maiores trapaças da História do esporte. Dois acontecimentos futebolísticos foram incluídos - um deles, envolvendo o goleiro chileno Rojas, é bem conhecido dos brasileiros. Confira a lista:
Dora se chama Hermann
A alemã Dora Ratjen bateu o recorde mundial do salto em distância em 1938, durante o Campeonato Europeu de Atletismo, em Viena. No entanto, soube-se depois que ela, na verdade, era um homem. Hermann Ratjen foi obrigado pelos nazistas a competir como mulher pela Alemanha.
Maratona de metrô
A norte-americana de origem cubana Rosie Ruiz venceu a Maratona de Boston em 1980. Seu tempo foi de 2h31min36s - 25 minutos mais rápido do que fez pouco antes em Nova York. Descobriu-se, então, que, em ambas as provas, ela utilizou o metrô.
A "mão de Deus"
Maradona fez um dos mais famosos gols da História do futebol na vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, na Copa-1986. O argentino dividiu a bola bom o goleiro e levou a melhor - com a mão! No entanto, o juiz não viu a irregularidade e validou o gol, decisivo na conquista daquele Mundial.
Nada deficientes
A seleção de basquete espanhola conquistou o ouro na Paraolimpíada de 2000, em Sidney. Dias depois, foi descoberto que dez jogadores do time não possuíam nenhuma deficiência mental - um deles, inclusive, era jornalista. A Espanha foi punida e perdeu o ouro.
Trapaça no gelo
Na década de 90, as americanas Tonya Harding e Nancy Kerrigan eram grandes rivais na patinação no gelo. A disputa chegou a níveis extremos, a ponto de Harding contratar alguém para machucar o joelho de Kerrigan. Atingida no joelho com uma barra de ferro, ela se recuperou a tempo de disputar a Olimpíada de Inverno de 1994, levando a medalha de prata.
Choque nos rivais
O pentatleta russo Boris Onischenko possuía um interruptor elétrico em seu florete para dar choques nos adversários durante as provas de esgrima. O episódio aconteceu durante os Jogos Olímpicos de 1976, em Montreal.
Luvas de gesso
Em 1983, o boxeador Luis Resto nocauteou com facilidade o até então invicto Billy Collins. A surra, no entanto, teve motivo: Resto estava com as luvas endurecidas por conta de gesso colocado por seu técnico, Carlos "Panamá" Lewis.
Corte mais famoso da história
Há 20 anos, o goleiro da seleção chilena Rojas causou a interrupção de partida contra o Brasil, no Maracanã, pelas Eliminatórias para a Copa-90. A Seleção vencia por 1 a 0. Rojas sofreu um corte no rosto, supostamente por um objeto atirado pela torcida. No entanto, foi comprovado que ele mesmo se cortou. O goleiro foi suspenso por toda a vida.
"Jeitinho" no golfe
O golfista David Robertson foi surpreendido enquanto ajeitava a bola em uma melhor posição, durante torneio de classificação para o Aberto da Inglaterra, em 1985. O atleta foi multado em 30 mil euros () e suspenso do circuito profissional por 30 anos.
"Primeira" trapaça da história
Fred Lorz é considerado o primeiro trapaceiro da era moderna do esporte. Na Olimpíada de Saint Louis, em 1904, o americano venceu com folga a maratona. No entanto, quando ia receber a medalha de ouro, foi desclassificado. Ele fez cerca de 10km do percurso de carro.
Fonte MSN.com.br
Em meio ao escândalo da Renault na Fórmula 1 envolvendo o piloto brasileiro Nelsinho Piquet, o diário espanhol "Marca" apontou as dez maiores trapaças da História do esporte. Dois acontecimentos futebolísticos foram incluídos - um deles, envolvendo o goleiro chileno Rojas, é bem conhecido dos brasileiros. Confira a lista:
Dora se chama Hermann
A alemã Dora Ratjen bateu o recorde mundial do salto em distância em 1938, durante o Campeonato Europeu de Atletismo, em Viena. No entanto, soube-se depois que ela, na verdade, era um homem. Hermann Ratjen foi obrigado pelos nazistas a competir como mulher pela Alemanha.
Maratona de metrô
A norte-americana de origem cubana Rosie Ruiz venceu a Maratona de Boston em 1980. Seu tempo foi de 2h31min36s - 25 minutos mais rápido do que fez pouco antes em Nova York. Descobriu-se, então, que, em ambas as provas, ela utilizou o metrô.
A "mão de Deus"
Maradona fez um dos mais famosos gols da História do futebol na vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, na Copa-1986. O argentino dividiu a bola bom o goleiro e levou a melhor - com a mão! No entanto, o juiz não viu a irregularidade e validou o gol, decisivo na conquista daquele Mundial.
Nada deficientes
A seleção de basquete espanhola conquistou o ouro na Paraolimpíada de 2000, em Sidney. Dias depois, foi descoberto que dez jogadores do time não possuíam nenhuma deficiência mental - um deles, inclusive, era jornalista. A Espanha foi punida e perdeu o ouro.
Trapaça no gelo
Na década de 90, as americanas Tonya Harding e Nancy Kerrigan eram grandes rivais na patinação no gelo. A disputa chegou a níveis extremos, a ponto de Harding contratar alguém para machucar o joelho de Kerrigan. Atingida no joelho com uma barra de ferro, ela se recuperou a tempo de disputar a Olimpíada de Inverno de 1994, levando a medalha de prata.
Choque nos rivais
O pentatleta russo Boris Onischenko possuía um interruptor elétrico em seu florete para dar choques nos adversários durante as provas de esgrima. O episódio aconteceu durante os Jogos Olímpicos de 1976, em Montreal.
Luvas de gesso
Em 1983, o boxeador Luis Resto nocauteou com facilidade o até então invicto Billy Collins. A surra, no entanto, teve motivo: Resto estava com as luvas endurecidas por conta de gesso colocado por seu técnico, Carlos "Panamá" Lewis.
Corte mais famoso da história
Há 20 anos, o goleiro da seleção chilena Rojas causou a interrupção de partida contra o Brasil, no Maracanã, pelas Eliminatórias para a Copa-90. A Seleção vencia por 1 a 0. Rojas sofreu um corte no rosto, supostamente por um objeto atirado pela torcida. No entanto, foi comprovado que ele mesmo se cortou. O goleiro foi suspenso por toda a vida.
"Jeitinho" no golfe
O golfista David Robertson foi surpreendido enquanto ajeitava a bola em uma melhor posição, durante torneio de classificação para o Aberto da Inglaterra, em 1985. O atleta foi multado em 30 mil euros () e suspenso do circuito profissional por 30 anos.
"Primeira" trapaça da história
Fred Lorz é considerado o primeiro trapaceiro da era moderna do esporte. Na Olimpíada de Saint Louis, em 1904, o americano venceu com folga a maratona. No entanto, quando ia receber a medalha de ouro, foi desclassificado. Ele fez cerca de 10km do percurso de carro.
Fonte MSN.com.br
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A Vida
A vida é uma oportunidade, aproveita-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saborei-a.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.
Edimar Sueli
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saborei-a.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.
Edimar Sueli
Help!
NÃO COSTUMO REPASSAR PEDIDOS DE AJUDA, MAS ESTE ME COMOVEU... E MUITO!!!
Por favor, repassem esse pedido de socorro ... Vamos lá, galera !!!
A Toda Sociedade Brasileira, quem puder ajudar: O PCC, facção do crime organizado de São Paulo, sequestrou ontem, aqui em Brasília, todos senadores e os mantém em cativeiro... Agora estão solicitando US$ 1.000.000 para sua libertação. Se não for cumprido em 24 horas, vão banhá-los com combustível e queimá-los vivos. Estamos organizando uma coleta e necessitamos da sua ajuda!
Vejam o que conseguimos até agora:
- 580 litros de Gasolina Aditivada
- 320 litros de gasolina Premium
- 125 litros de diesel
- 175 de gasolina convencional
- 98 litros de Biodisel
- 21 litros de querose
- 38 caixas de fósforos
- 7 lança-chamas
- 21 isqueiros e...
- 108 sacos de carvão
ATENÇÃO! Não mandem álcool, pois há o risco do mesmo ser consumido pelos senadores e desviar o propósito da campanha !
Boa semana!!!!
Por favor, repassem esse pedido de socorro ... Vamos lá, galera !!!
A Toda Sociedade Brasileira, quem puder ajudar: O PCC, facção do crime organizado de São Paulo, sequestrou ontem, aqui em Brasília, todos senadores e os mantém em cativeiro... Agora estão solicitando US$ 1.000.000 para sua libertação. Se não for cumprido em 24 horas, vão banhá-los com combustível e queimá-los vivos. Estamos organizando uma coleta e necessitamos da sua ajuda!
Vejam o que conseguimos até agora:
- 580 litros de Gasolina Aditivada
- 320 litros de gasolina Premium
- 125 litros de diesel
- 175 de gasolina convencional
- 98 litros de Biodisel
- 21 litros de querose
- 38 caixas de fósforos
- 7 lança-chamas
- 21 isqueiros e...
- 108 sacos de carvão
ATENÇÃO! Não mandem álcool, pois há o risco do mesmo ser consumido pelos senadores e desviar o propósito da campanha !
Boa semana!!!!
Bingos e caça-níqueis devem ser legalizados?
A CCJ (Comissão de Constituição Justiça e Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou projeto que legaliza casas de bingo e vídeo-jogos, como máquinas caça-níqueis, em todo país. O projeto segue ao plenário da Câmara, onde deve ser votado antes de ser enviado ao Senado Federal.
O projeto vai contra medida do Executivo que já tratou do assunto. Em 2004, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expediu Medida Provisória que proibia a exploração de todas as modalidades de jogos de bingo e máquinas caça-níqueis no país. A proibição já existia desde 1944, mas havia exceções que liberavam jogos em casos específicos.
Cerca de 50 militantes da Força Sindical, favoráveis à legalização, estiveram presentes na sessão conturbada que aprovou o projeto. Segundo cálculos da entidade, a aprovação do projeto deve gerar 320 mil novos empregos.
*As informações são do UOL Notícias.
O projeto vai contra medida do Executivo que já tratou do assunto. Em 2004, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expediu Medida Provisória que proibia a exploração de todas as modalidades de jogos de bingo e máquinas caça-níqueis no país. A proibição já existia desde 1944, mas havia exceções que liberavam jogos em casos específicos.
Cerca de 50 militantes da Força Sindical, favoráveis à legalização, estiveram presentes na sessão conturbada que aprovou o projeto. Segundo cálculos da entidade, a aprovação do projeto deve gerar 320 mil novos empregos.
*As informações são do UOL Notícias.
Xbox 360 ganha edição limitada com HD de 250 GB
A Microsoft anunciou em uma conferência para a imprensa sobre o jogo Modern Warfare 2 uma edição limitada do Xbox 360 com disco rígido de 250 GB.
O 'Xbox 360 Modern Warfare 2 Limited Edition' inclui o console com um visual diferenciado, um disco rígido de 250 GB, dois controles sem fio e o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2.
De acordo com a Microsoft, a edição limitada do console será vendida apenas na Europa, Oriente Médio, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Chile, Austrália e Nova Zelândia. Assim como ocorreu com o Xbox 360 Elite, o Brasil ficou de fora.
O 'Xbox 360 Modern Warfare 2 Limited Edition' já está em pré-venda na Amazon por US$ 399,99 (R$ 800).
Fonte: Baboo
O 'Xbox 360 Modern Warfare 2 Limited Edition' inclui o console com um visual diferenciado, um disco rígido de 250 GB, dois controles sem fio e o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2.
De acordo com a Microsoft, a edição limitada do console será vendida apenas na Europa, Oriente Médio, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Chile, Austrália e Nova Zelândia. Assim como ocorreu com o Xbox 360 Elite, o Brasil ficou de fora.
O 'Xbox 360 Modern Warfare 2 Limited Edition' já está em pré-venda na Amazon por US$ 399,99 (R$ 800).
Fonte: Baboo
Dan Brown repete fórmula de 'O Código Da Vinci' em novo livro
The Lost Symbol (''O Símbolo Perdido'', em tradução livre), novo livro do escritor americano Dan Brown, está sendo lançado nesta terça-feira no mercado anglo-saxônico e deve adicionar mais alguns cifrões à conta do autor de O Código Da Vinci
No novo trabalho de Brown, o herói das aventuras do escritor, o professor da Universidade de Harvard Robert Langdon, está envolvido em uma trama que envolve a maçonaria, tendo como cenário a capital dos Estados Unidos, Washington.
A localização pode ter mudado, mas o modelo do novo livro é bastante parecido com o de O Código Da Vinci, de 2003, e o de Anjos e Demônios, de 2000.
Há o vilão zeloso, a companheira inteligente, um laboratório secreto, uma corrida contra o tempo para decifrar códigos esotéricos e, obviamente, há aqueles personagens que aparentam ser quem não são.
"Escândalo delicioso"
Há uma passagem no início de The Lost Symbol em que Dan Brown parece comentar toda a confusão em volta das ''revelações'' ficcionais de O Código Da Vinci sobre Maria Madalena e o Santo Graal.
Em determinado trecho, Robert Langdon se encontra com uma mulher em um aeroporto. Ela diz que ela e seus amigos leram seu livro sobre o sagrado feminino e a Igreja. "Que escândalo delicioso que isto causou. Você gosta mesmo de colocar a raposa no galinheiro", diz a mulher.
Langdon então responde à mulher que "não era sua intenção causar escândalo".
Em outra passagem do livro, enquanto cita o nome de diversos supostos membros da maçonaria, como o ex-presidente americano George Washington, Langdon também fala muitas vezes sobre a ''desinformação'' acerca dos maçons e classifica um ritual como "bizarro e inócuo".
Mesmo assim, é improvável que alguém ou algum grupo fique contrariado com o novo livro de Brown. A trama sobre a maçonaria é usada como ponto de partida para abordar temas mais abrangentes, como a ciência moderna e o misticismo antigo.
Fórmula
O que deve irritar um pouco os leitores, no entanto, é o quase constante uso de letras em itálico para indicar monólogos interiores, o que ocorre já na primeira frase do livro.
Além disso, há muito jargão técnico, flashbacks estranhos e passagens onde o sabe-tudo Langdon parece ter uma enciclopédia na cabeça.
Apesar disso, as 509 páginas de The Lost Symbol prendem o leitor. Dan Brown criou uma fórmula de sucesso e se prendeu a ela.
Washington pode não ser tão sedutora como o Vaticano ou o Louvre, palcos dos livros anteriores, mas Brown consegue tirar tantas histórias deste cenário que tornam o passeio fascinante.
Além disso, ele insere à trama diversas referências contemporâneas: personagens fazem buscas no Google usando celulares, mandam mensagens por seus iPhones e fazem piadas sobre o Twitter.
Com o estilo descritivo de Brown, ao terminar a última página da obra, a impressão é que você não apenas leu o livro, mas também assistiu ao filme.
Fonte MSN.com.br
No novo trabalho de Brown, o herói das aventuras do escritor, o professor da Universidade de Harvard Robert Langdon, está envolvido em uma trama que envolve a maçonaria, tendo como cenário a capital dos Estados Unidos, Washington.
A localização pode ter mudado, mas o modelo do novo livro é bastante parecido com o de O Código Da Vinci, de 2003, e o de Anjos e Demônios, de 2000.
Há o vilão zeloso, a companheira inteligente, um laboratório secreto, uma corrida contra o tempo para decifrar códigos esotéricos e, obviamente, há aqueles personagens que aparentam ser quem não são.
"Escândalo delicioso"
Há uma passagem no início de The Lost Symbol em que Dan Brown parece comentar toda a confusão em volta das ''revelações'' ficcionais de O Código Da Vinci sobre Maria Madalena e o Santo Graal.
Em determinado trecho, Robert Langdon se encontra com uma mulher em um aeroporto. Ela diz que ela e seus amigos leram seu livro sobre o sagrado feminino e a Igreja. "Que escândalo delicioso que isto causou. Você gosta mesmo de colocar a raposa no galinheiro", diz a mulher.
Langdon então responde à mulher que "não era sua intenção causar escândalo".
Em outra passagem do livro, enquanto cita o nome de diversos supostos membros da maçonaria, como o ex-presidente americano George Washington, Langdon também fala muitas vezes sobre a ''desinformação'' acerca dos maçons e classifica um ritual como "bizarro e inócuo".
Mesmo assim, é improvável que alguém ou algum grupo fique contrariado com o novo livro de Brown. A trama sobre a maçonaria é usada como ponto de partida para abordar temas mais abrangentes, como a ciência moderna e o misticismo antigo.
Fórmula
O que deve irritar um pouco os leitores, no entanto, é o quase constante uso de letras em itálico para indicar monólogos interiores, o que ocorre já na primeira frase do livro.
Além disso, há muito jargão técnico, flashbacks estranhos e passagens onde o sabe-tudo Langdon parece ter uma enciclopédia na cabeça.
Apesar disso, as 509 páginas de The Lost Symbol prendem o leitor. Dan Brown criou uma fórmula de sucesso e se prendeu a ela.
Washington pode não ser tão sedutora como o Vaticano ou o Louvre, palcos dos livros anteriores, mas Brown consegue tirar tantas histórias deste cenário que tornam o passeio fascinante.
Além disso, ele insere à trama diversas referências contemporâneas: personagens fazem buscas no Google usando celulares, mandam mensagens por seus iPhones e fazem piadas sobre o Twitter.
Com o estilo descritivo de Brown, ao terminar a última página da obra, a impressão é que você não apenas leu o livro, mas também assistiu ao filme.
Fonte MSN.com.br
Nosso sistema nervoso é africano
Os historiadores Alberto da Costa e Silva e Joel Rufino dos Santos participaram na terça-feira 15/9 de um debate no Café Literário desta 14ª edição da Bienal do Livro Rio. O tema da conversa foi "Nosso sistema nervoso é africano".
O título que batizou o debate foi tirado de uma declaração dada por Costa e Silva a um jornalista 15 anos atrás. "Disse que o esqueleto brasileiro era português, que o nosso sistema nervoso era africano, e que o nosso útero ou sistema reprodutor era ameríndio", lembrou o escritor e historiador, autor de, entre outros, "A enxada e a lança: a África antes dos portugueses" e "Francisco Félix de Souza, mercador de escravos".
Por "sistema nervoso", explicou Costa e Silva, ele se referia à proximidade que brasileiros e africanos têm "na área das emoções, da sensibilidade, do afeto, da solidariedade, do sentido de família".
"Estamos impregnados de África por um motivo muito simples: a escrava africana se apossou da casa do senhor, sobretudo dos filhos do senhor. Era a eles que ela contava as histórias africanas, ensinava os jogos africanos, a maneira de ser e comer africana", aponta o historiador - e diplomata - paulistano nascido em 1931. "Na minha casa, eu ainda comi com a mão, fazendo bolinhos, e ninguém me explicou que isso era africano. Na época do Brasil Colônia e no Império, o branco mandava na sala, mas nos quartos, na cozinha e no quintal mandavam os negros. E era lá que se passava parte essencial da vida de uma casa."
Lacunas históricas
Mas, apesar dos elos comuns entre o Brasil e a África - iniciados ainda no século 16 com a chegada dos primeiros escravos ao país -, Costa e Silva e Joel Rufino dos Santos sugerem que o continente ainda ocupa espaço pequeno nos livros de história brasileiros -- especialmente nos materiais escolares.
"Até aqui, temos falhado redondamente em incorporar a África ao nosso sistema de ensino", afirma Santos, que escreveu, entre outros, "A questão do negro na sala de aula" além de livros didáticos de história para o ginásio pela editora FTD.
Costa e Silva concorda: "toda a nossa estrutura de ensino no Brasil - e até na África - foi orientada no sentido europeu. Ficamos com a formação fragmentada, parcial. Conhecemos a nossa metade, e não a outra. É preciso mostrar que temos heranças múltiplas, e valorizá-las".
Santos, no entanto, reconhece uma certa mudança na abordagem dos estudos africanos em sala de aula nos tempos atuais. "Quando eu era estudante, o Quilombo dos Palmares ocupava duas ou três linhas no meu livro de história. Hoje, qualquer livro de história consagra muitas linhas ou mesmo um capítulo para isso", explica.
"Palmares era uma lacuna na história social do país. E graças a pressões do movimento negro sobre os autores livros didáticos, professores, secretarias e ministério da educação, temas como Zumbi e o Quilombo dos Palmares foram transformados num grande acontecimento, num capítulo importante da história social do país." E acrescenta: "Hoje, acho que quem escrevesse um livro de história do Brasil incorporando a África estaria muito mais à vontade do que eu estava anos atrás".
Negro brasileiro
Ambos os autores alertaram, contudo, para os riscos da "romantização do legado africano" no Brasil.
"Acho que, reconhecidamente, temos muito de africano, mas temos muito também do negro brasileiro - o africano que veio para cá e ganhou uma nova alma ou desdobrou as culturas africanas em uma nova cultura que poderíamos chamar de negro-brasileira", disse Santos. "Por isso que não gosto da expressão afro-descendentes. Somos descendentes do negro que, aqui, desdobrou por quase três séculos o legado africano. É fato que somos bastante africanos. Mas é preciso cuidar para esse aspecto: que descendemos é de negros brasileiros."
Nesse sentido, o autor de "A enxada e a lança" lembra que, apesar de suas indiscutíveis raízes africanas, manifestações como a capoeira, a umbanda e mesmo a culinária que temos hoje só existem como tal graças a seu encontro com a cultura indígena e americana. "Não há uma África, há várias áfricas. Assim como não há uma só Europa ou uma só América", diz Costa e Silva.
"Muitos africanos não gostam de doce. O angolano gosta de doce porque o brasileiro o ensinou a gostar. Assim como foi o brasileiro que mandou a farinha de mandioca e alterou os hábitos de consumo da África. Levamos muita coisa - a começar da comida, mas também a arquitetura, as redes de dormir", enumera.
Como vítima dessa mistificação, Costa e Silva também cita a música brasileira, geralmente comparada à música africana. "A música brasileira, apesar da forte influência da poliritmia da música africana atlântica, se baseia no compasso europeu - no compasso do Zé Pereira, na marcha. Nossa música, portanto, é baseada no ritmo europeu, mas com todas as inflexões e sutilezas da musica africana", explica. "Nada no mundo é puro. Tudo é plural. Ou mestiço, se vocês preferirem a palavra."
A Bienal do Livro acontece até o dia 20 de setembro no Riocentro, Zona Oeste carioca.
Fonte: G1 e Café História
O título que batizou o debate foi tirado de uma declaração dada por Costa e Silva a um jornalista 15 anos atrás. "Disse que o esqueleto brasileiro era português, que o nosso sistema nervoso era africano, e que o nosso útero ou sistema reprodutor era ameríndio", lembrou o escritor e historiador, autor de, entre outros, "A enxada e a lança: a África antes dos portugueses" e "Francisco Félix de Souza, mercador de escravos".
Por "sistema nervoso", explicou Costa e Silva, ele se referia à proximidade que brasileiros e africanos têm "na área das emoções, da sensibilidade, do afeto, da solidariedade, do sentido de família".
"Estamos impregnados de África por um motivo muito simples: a escrava africana se apossou da casa do senhor, sobretudo dos filhos do senhor. Era a eles que ela contava as histórias africanas, ensinava os jogos africanos, a maneira de ser e comer africana", aponta o historiador - e diplomata - paulistano nascido em 1931. "Na minha casa, eu ainda comi com a mão, fazendo bolinhos, e ninguém me explicou que isso era africano. Na época do Brasil Colônia e no Império, o branco mandava na sala, mas nos quartos, na cozinha e no quintal mandavam os negros. E era lá que se passava parte essencial da vida de uma casa."
Lacunas históricas
Mas, apesar dos elos comuns entre o Brasil e a África - iniciados ainda no século 16 com a chegada dos primeiros escravos ao país -, Costa e Silva e Joel Rufino dos Santos sugerem que o continente ainda ocupa espaço pequeno nos livros de história brasileiros -- especialmente nos materiais escolares.
"Até aqui, temos falhado redondamente em incorporar a África ao nosso sistema de ensino", afirma Santos, que escreveu, entre outros, "A questão do negro na sala de aula" além de livros didáticos de história para o ginásio pela editora FTD.
Costa e Silva concorda: "toda a nossa estrutura de ensino no Brasil - e até na África - foi orientada no sentido europeu. Ficamos com a formação fragmentada, parcial. Conhecemos a nossa metade, e não a outra. É preciso mostrar que temos heranças múltiplas, e valorizá-las".
Santos, no entanto, reconhece uma certa mudança na abordagem dos estudos africanos em sala de aula nos tempos atuais. "Quando eu era estudante, o Quilombo dos Palmares ocupava duas ou três linhas no meu livro de história. Hoje, qualquer livro de história consagra muitas linhas ou mesmo um capítulo para isso", explica.
"Palmares era uma lacuna na história social do país. E graças a pressões do movimento negro sobre os autores livros didáticos, professores, secretarias e ministério da educação, temas como Zumbi e o Quilombo dos Palmares foram transformados num grande acontecimento, num capítulo importante da história social do país." E acrescenta: "Hoje, acho que quem escrevesse um livro de história do Brasil incorporando a África estaria muito mais à vontade do que eu estava anos atrás".
Negro brasileiro
Ambos os autores alertaram, contudo, para os riscos da "romantização do legado africano" no Brasil.
"Acho que, reconhecidamente, temos muito de africano, mas temos muito também do negro brasileiro - o africano que veio para cá e ganhou uma nova alma ou desdobrou as culturas africanas em uma nova cultura que poderíamos chamar de negro-brasileira", disse Santos. "Por isso que não gosto da expressão afro-descendentes. Somos descendentes do negro que, aqui, desdobrou por quase três séculos o legado africano. É fato que somos bastante africanos. Mas é preciso cuidar para esse aspecto: que descendemos é de negros brasileiros."
Nesse sentido, o autor de "A enxada e a lança" lembra que, apesar de suas indiscutíveis raízes africanas, manifestações como a capoeira, a umbanda e mesmo a culinária que temos hoje só existem como tal graças a seu encontro com a cultura indígena e americana. "Não há uma África, há várias áfricas. Assim como não há uma só Europa ou uma só América", diz Costa e Silva.
"Muitos africanos não gostam de doce. O angolano gosta de doce porque o brasileiro o ensinou a gostar. Assim como foi o brasileiro que mandou a farinha de mandioca e alterou os hábitos de consumo da África. Levamos muita coisa - a começar da comida, mas também a arquitetura, as redes de dormir", enumera.
Como vítima dessa mistificação, Costa e Silva também cita a música brasileira, geralmente comparada à música africana. "A música brasileira, apesar da forte influência da poliritmia da música africana atlântica, se baseia no compasso europeu - no compasso do Zé Pereira, na marcha. Nossa música, portanto, é baseada no ritmo europeu, mas com todas as inflexões e sutilezas da musica africana", explica. "Nada no mundo é puro. Tudo é plural. Ou mestiço, se vocês preferirem a palavra."
A Bienal do Livro acontece até o dia 20 de setembro no Riocentro, Zona Oeste carioca.
Fonte: G1 e Café História
O Último Ex-Escravo Negro no Brasil
Recentemente, o Site Café História promoveu uma enquete na qual procurava discutir se a escravidão, no Brasil, é um tema pouco ou bastante discutido. A votação mostrou que para os membros da rede ainda existe muita coisa para ser falada.
Pensar em escravidão no país é pensar em uma realidade muito próxima. Basta lembrar que as pessoas mais velhas de nosso tempo conviveram com ex-escravos negros. Em um passado não muito longínquo ainda existiam antigos escravos negros, arrancados da África para trabalhar no Brasil. Por isso, o Café foi tentar descobrir quando morreu o último ex-escravo negro no Brasil.
A tarefa foi bastante árdua e os resultados ainda não podem ser confirmados. Não há praticamente nenhuma referência na web sobre a vida do último escravo negro no Brasil, o que parece algo curioso em um momento de grande efervescência pela memória. A única referência foi um jornal religioso chamado Correio Fraterno (ABC), que prestava uma homenagem ao último ex-escravo negro brasileiro. O autor do texto cita o texto de um jornal (não menciona o jornal, mas suspeita-se do Jornal do Brasil), que diz o seguinte:
"RIO DE JANEIRO - sábado, 13 de setembro de 1986. Ex-escravo morre aos 121 anos. Morreu ontem o último escravo que ainda vivia no Brasil. Valdomiro Silva, que acabara de completar 121 anos, que chegou aqui num porão de um navio negreiro em 1882. O corpo do ex-escravo foi velado na casa do empresário Édio Costa, cujo avô paterno havia comprado Valdomiro no século passado. O bairro onde ele morou, por mais de 100 anos, ficou de luto e o comércio fechou suas portas em sinal de respeito ao extinto. Consta que quando Valdomiro chegou da África fez por merecer (grifei) a consideração e amizade do filho do fazendeiro, o menino Durvalino que tinha, naquela ocasião, apenas 10 anos de idade. Descontentes com os maus tratos que os escravos recebiam, o negro Valdomiro e o menino Durvalino fugiram para a cidade do Rio de Janeiro, onde se instalaram no subúrbio de Bangú. Anos depois Durvalino fez fortuna e Valdomiro já era tratado como pessoa da família. Os sete filhos de Durvalino foram cuidados por Valdomiro que se apegou especialmente ao Édio, que iria se tornar conhecido como o empresário Édio Costa, uma das maiores fortunas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. "Ele era meu pai, meu avô e meu bisavô"- desabafou o empresário...".
Embora não tenha sido possível verificar a legitimidade dessa informação(o que demanda uma pesquisa em arquivo), os dados não devem estar tão distantes da realidade. E, talvez, o mais importante: a escravidão ainda é uma questão extremamente contemporânea para os brasileiros.
Na tentativa de enfrentar esse passado sensível, o Café História tenta resgatar um pouco dessa história. Na seção vídeos, o leitor pode encontrar um vídeo sobre os escravos que vinham de Gana para o Brasil. Em notícias, leia o que os historiadores falam hoje sobre o ensino da história da África nas escolas. E, na tentativa, de recuperar a história dos últimos ex-escravos negros no Brasil, há um novo fórum, para que se possa, de maneira colaborativa, reunir informações.
Fonte Café História - http://cafehistoria.ning.com/
Pensar em escravidão no país é pensar em uma realidade muito próxima. Basta lembrar que as pessoas mais velhas de nosso tempo conviveram com ex-escravos negros. Em um passado não muito longínquo ainda existiam antigos escravos negros, arrancados da África para trabalhar no Brasil. Por isso, o Café foi tentar descobrir quando morreu o último ex-escravo negro no Brasil.
A tarefa foi bastante árdua e os resultados ainda não podem ser confirmados. Não há praticamente nenhuma referência na web sobre a vida do último escravo negro no Brasil, o que parece algo curioso em um momento de grande efervescência pela memória. A única referência foi um jornal religioso chamado Correio Fraterno (ABC), que prestava uma homenagem ao último ex-escravo negro brasileiro. O autor do texto cita o texto de um jornal (não menciona o jornal, mas suspeita-se do Jornal do Brasil), que diz o seguinte:
"RIO DE JANEIRO - sábado, 13 de setembro de 1986. Ex-escravo morre aos 121 anos. Morreu ontem o último escravo que ainda vivia no Brasil. Valdomiro Silva, que acabara de completar 121 anos, que chegou aqui num porão de um navio negreiro em 1882. O corpo do ex-escravo foi velado na casa do empresário Édio Costa, cujo avô paterno havia comprado Valdomiro no século passado. O bairro onde ele morou, por mais de 100 anos, ficou de luto e o comércio fechou suas portas em sinal de respeito ao extinto. Consta que quando Valdomiro chegou da África fez por merecer (grifei) a consideração e amizade do filho do fazendeiro, o menino Durvalino que tinha, naquela ocasião, apenas 10 anos de idade. Descontentes com os maus tratos que os escravos recebiam, o negro Valdomiro e o menino Durvalino fugiram para a cidade do Rio de Janeiro, onde se instalaram no subúrbio de Bangú. Anos depois Durvalino fez fortuna e Valdomiro já era tratado como pessoa da família. Os sete filhos de Durvalino foram cuidados por Valdomiro que se apegou especialmente ao Édio, que iria se tornar conhecido como o empresário Édio Costa, uma das maiores fortunas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. "Ele era meu pai, meu avô e meu bisavô"- desabafou o empresário...".
Embora não tenha sido possível verificar a legitimidade dessa informação(o que demanda uma pesquisa em arquivo), os dados não devem estar tão distantes da realidade. E, talvez, o mais importante: a escravidão ainda é uma questão extremamente contemporânea para os brasileiros.
Na tentativa de enfrentar esse passado sensível, o Café História tenta resgatar um pouco dessa história. Na seção vídeos, o leitor pode encontrar um vídeo sobre os escravos que vinham de Gana para o Brasil. Em notícias, leia o que os historiadores falam hoje sobre o ensino da história da África nas escolas. E, na tentativa, de recuperar a história dos últimos ex-escravos negros no Brasil, há um novo fórum, para que se possa, de maneira colaborativa, reunir informações.
Fonte Café História - http://cafehistoria.ning.com/
domingo, 13 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Passado x Presente: Atari 2600 contra PlayStation 3 Por Igor Pankiewicz
Hoje nós estamos cercados por alto poder de processamento e pela era da alta definição nos vídeos e jogos. Mas na década de 1970, como eram os gráficos, sons e capacidades dos consoles?
O mercado de jogos passa atualmente pelo seu maior momento na história, contando com opções para todos os gostos, de máquinas a jogos. Mas assim como para tudo nesse mundo, este movimento de gamers da era eletrônica teve origem em algum ponto na história, mais precisamente no fim da década de 1950, quando foram patenteadas as telas de tubos de raios catódicos.
Alguns anos depois, surgiram as primeiras demonstrações interativas de imagens. Posteriormente, por volta de 1972, é que apareceu a primeira geração de videogames, em uma época que seria chamada “era de ouro” dos jogos. Muitos de nós nem tiveram contato com ela, mas em 1977 surgiu o “caixote de jogos” que ficaria na lembrança de muitos: o Atari 2600.
Este vídeo game teve um início bem lento, vendendo abaixo do esperado e dando prejuízo para todas as companhias envolvidas, mas pouco tempo depois se tornou a única alternativa do ramo e viu um salto enorme na quantia de jogos disponíveis, com vendas que acompanharam de perto o crescimento. Aqui pelo Brasil, a popularidade veio na década de 1980 e permaneceu até que a companhia encerrou oficialmente o suporte para o produto.
Uma longa história até aqui
Depois dele tivemos muitos outros consoles, tais como o NES e o SNES (ambos da fabricante Nintendo, que se consagraria como um símbolo da indústria emergente), o Master System e o Mega Drive — vendido nos Estados Unidos como Genesis —, ambos fabricados pela SEGA e o Xbox, da Microsoft.
Com todo este percurso que durou mais de vinte anos, chegamos finalmente à sétima geração de consoles, com o lançamento do Nintendo Wii, do Xbox 360 e do terceiro PlayStation. E para colocarmos parte da evolução em perspectiva, além de resgatarmos boas lembranças, nada melhor que um duelo entre dois ícones, um recente e um antigo.
Pronto para ver as diferenças entre PlayStation 3 e Atari 2600? Então vamos lá!
Processamento de dados
Acostumado com o seu processador de 2,0GHz Dual-Core? Saiba que as coisas nem sempre foram tão rápidas. O processador de dados do Atari era um MOS Technology 6507, uma versão diminuta e mais barata de outro processador popular na época, o 6502. Contando com treze pinos para conexão com as memórias, ele rodava na velocidade de 1.19MHz e processava 8 bits por vez! Você não leu errado não, amigo...
Já o processador Cell (do PlayStation 3) roda a 3,2GHz, contendo uma unidade de processamento geral (chamada de PPE) e outras sete menores (ativas), chamadas de elementos sinérgicos de processamento. Apesar de realmente poderoso para tarefas sequenciais, ele impõe um desafio muito grande aos programadores que não estão acostumados com estruturas de programação que envolvem paralelismo dos dados.
Processamento gráfico
Atari 2600
No tempo deste colosso, um chipset gráfico dedicado não era nem mesmo imaginado. O resultado disso é que o processador deveria se encarregar de todas as tarefas que envolvessem imagens. Ao invés de polígonos e shaders, o programador tinha que se virar com o número máximo de cinco objetos simultâneos na tela, sendo dois destes variantes avançadas, com suporte para animação e os três restantes objetos simples, compostos por apenas um pixel.
Outra visão
Embora a este ponto a estrutura de programação do Atari pareça um inferno, tenha em mente que os desenvolvedores que realmente a conheciam eram capazes de fazer verdadeiros milagres. Não é a toa que tivemos games como PitFall e River Raid, em que objetos são duplicados várias vezes e personagens correm permeando florestas com criaturas letais!
PlayStation 3
Na outra ponta da nossa comparação, com o PS3, temos uma unidade de processamento gráfico desenvolvida pela nVidia, que muitos citam como equivalente a uma placa de vídeo GeForce 7800 GT. Aliado ao Cell, é no mínimo natural que o resultado seja o gráfico espetacular apresentado por games como God of War III (que ainda será lançado) ou ainda Gran Turismo 5: Prologue.
Memória: um problema de custo, não de espaço
Atari 2600
Se hoje nós entramos nas lojas e nos deparamos com pentes de mais de 1 GB de memória RAM por menos de R$ 100, na época em que o Atari foi lançado no mercado nem mesmo Mega Bytes eram concebíveis. Aliás, para RAM quantias acima de 1kB já eram caras. Desta forma, o console chegou até os consumidores com a assustadora quantia de 128 bytes de memória RAM.
Complementando todo esse espaço de memória dinâmica, foram inseridos também mais 4kB de memória ROM (memória que funciona apenas para leitura, não podendo ser modificada), mantendo o tamanho dos componentes dentro do esperado para que os custos de produção não fossem tão elevados.
PlayStation 3
Com os preços mais baixos para os componentes, hoje você pode comprar a oferta da Sony por cerca de US$ 300, recebendo 256MB de memória RAM dedicadas ao processamento gráfico e 256MB de memória RAM para uso geral. A quantia não é assustadora, mas se considerarmos o orçamento apertado no qual os consoles devem se enquadrar, podemos perceber porque ela ainda não é maior.
Saída de vídeo
Atari 2600
Atualmente, a maior parte dos equipamentos já vem de fábrica com suporte para os três formatos de cor (neste caso NTSC, PAL e PAL-M), mas até pouco tempo atrás a situação era bem diferente. E com o Atari, pior ainda! Existia uma versão do console específica para cada região, sendo que cada uma contava com números diferentes de cores na saída.
Atari
Para o nosso padrão, NTSC, estavam disponíveis 128 delas (quatro por linha, sem artimanhas na programação e no código) para um máximo de resolução de 160x192 pixels.
PlayStation 3
Desde o lançamento do vídeo game, a Sony fez questão de realçar que a máquina é capaz de muitas tarefas além dos jogos, tais como reprodução de filmes Blu-ray em resolução Full HD, isto é, 1920x1080 pixels. Se multiplicarmos os valores obtemos 2.073.600 pixels. Em comparação, o valor obtido com a resolução do Atari é de 30720, aproximadamente setenta vezes menor.
Saída de áudio
Se você quer o máximo de qualidade com áudio e muitas opções, o console da Sony é a escolha certa para você, afinal, ele conta com saída em oito canais de alta definição, além de conectores nos formatos:
• Ótico.
• Componente.
• Composto.
• HDMI.
Em contraste, o Atari (embora robusto neste quesito para a época) trazia suporte para dois canais de áudio sintetizado, cada um com seu próprio chip de processamento. O resultado pode ser bem eletrônico, mas era certamente definido, tanto que algumas das melodias inspiraram artistas e Djs modernos, que as utilizam em shows ou em composições modificadas para embalarem milhões de fãs ao redor do mundo.
Fita, cartucho ou Blu-ray?
Disco do PS3 traz de fábrica um drive leitor de Blu-rays, que são utilizados como a mídia padrão para os jogos e filmes, oferecendo um total de 25 GB de espaço para armazenamento de dados em camadas simples ou 50 GB em dupla camada. Além disso, o jogador pode se conectar a internet e baixar jogos diretamente no disco rígido.
Espaço de sobra não? Já no tempo do Atari nem o CD existia ainda. O jeito era recorrer aos famosos cartuchos (que muitos jogadores chamam também de “fita”), que como já mencionamos contavam com apenas 4kB de memória ROM.
Entretanto, muitos games mais recentes superaram estas limitações do console, carregando em seus próprios circuitos quantias adicionais de memória de armazenamento ou de memória RAM. Alguns dos maiores exemplos são Asteroid, HomestarRunner e DragonStomper.
E pode ser difícil de acreditar, mas esta abordagem com componentes em conexão direta ganha do PlayStation 3 em um ponto: tempo que os jogos levam para carregar. Na época dos cartuchos, tudo era instantâneo!
Controles e botões
Parece regra para a maioria dos consoles atuais passar de quinze botões para os controles, mas houve uma época em que o necessário era apenas dois botões e um manche para controle de direções, similar aos encontrados das máquinas de fliperama. Muito mais simples e acessível, sem dúvidas! Veja a imagem abaixo:
Joystick
O único problema com ele era na hora da adrenalina: o jogador, sem ter tempo para pensar durante aquela bela partida de Enduro, virava com força exagerada o manche para tentar evitar a colisão na tela. Entretanto, o pobre controle muitas vezes não agüentava a pressão e acabava quebrando ou deixando de funcionar adequadamente.
Relembrando alguns dos clássicos
Como o vídeo game da Sony é o terceiro da família PlayStation, é no mínimo natural que as principais franquias tenham raízes em outras gerações, a exemplo de Devil May Cry, Gran Turismo ou ainda Hot Shots Golf. Para conferir mais deles, veja o nosso artigo oficial ou consulte o Baixaki Jogos, a melhor fonte para informações a respeito do tema. E aos fãs de God of War: fiquem ligados, pois ano que vem Kratos estará de volta, com mais sangue e carnificina do que nunca!
O deus da guerra!
E para matar as saudades do querido Atari, vamos assistir a alguns vídeos dos maiores clássicos, começando com River Raid, um jogo de avião que estava à frente de seu tempo, inserindo fatores como reabastecimento:
Para os fãs das corridas de Fórmula Indy ou Fórmula 1, nada como Enduro e suas corridas infinitas por gelo, noites...
Para finalizarmos, PitFall, um dos maiores clássicos da história dos jogos! Nele, o jogador tinha que atravessar a perigosa floresta, saltando barris, escorpiões venenosos, jacarés e lagos profundos. Confira:
E você, leitor, chegou a conhecer o Atari ou ainda era muito novo quando este console circulava pelas casas de todo o Brasil? E se não conheceu, qual foi o seu console antigo favorito? Não deixe de comentar!
Retirado do Site Baixaki.com.br
O mercado de jogos passa atualmente pelo seu maior momento na história, contando com opções para todos os gostos, de máquinas a jogos. Mas assim como para tudo nesse mundo, este movimento de gamers da era eletrônica teve origem em algum ponto na história, mais precisamente no fim da década de 1950, quando foram patenteadas as telas de tubos de raios catódicos.
Alguns anos depois, surgiram as primeiras demonstrações interativas de imagens. Posteriormente, por volta de 1972, é que apareceu a primeira geração de videogames, em uma época que seria chamada “era de ouro” dos jogos. Muitos de nós nem tiveram contato com ela, mas em 1977 surgiu o “caixote de jogos” que ficaria na lembrança de muitos: o Atari 2600.
Este vídeo game teve um início bem lento, vendendo abaixo do esperado e dando prejuízo para todas as companhias envolvidas, mas pouco tempo depois se tornou a única alternativa do ramo e viu um salto enorme na quantia de jogos disponíveis, com vendas que acompanharam de perto o crescimento. Aqui pelo Brasil, a popularidade veio na década de 1980 e permaneceu até que a companhia encerrou oficialmente o suporte para o produto.
Uma longa história até aqui
Depois dele tivemos muitos outros consoles, tais como o NES e o SNES (ambos da fabricante Nintendo, que se consagraria como um símbolo da indústria emergente), o Master System e o Mega Drive — vendido nos Estados Unidos como Genesis —, ambos fabricados pela SEGA e o Xbox, da Microsoft.
Com todo este percurso que durou mais de vinte anos, chegamos finalmente à sétima geração de consoles, com o lançamento do Nintendo Wii, do Xbox 360 e do terceiro PlayStation. E para colocarmos parte da evolução em perspectiva, além de resgatarmos boas lembranças, nada melhor que um duelo entre dois ícones, um recente e um antigo.
Pronto para ver as diferenças entre PlayStation 3 e Atari 2600? Então vamos lá!
Processamento de dados
Acostumado com o seu processador de 2,0GHz Dual-Core? Saiba que as coisas nem sempre foram tão rápidas. O processador de dados do Atari era um MOS Technology 6507, uma versão diminuta e mais barata de outro processador popular na época, o 6502. Contando com treze pinos para conexão com as memórias, ele rodava na velocidade de 1.19MHz e processava 8 bits por vez! Você não leu errado não, amigo...
Já o processador Cell (do PlayStation 3) roda a 3,2GHz, contendo uma unidade de processamento geral (chamada de PPE) e outras sete menores (ativas), chamadas de elementos sinérgicos de processamento. Apesar de realmente poderoso para tarefas sequenciais, ele impõe um desafio muito grande aos programadores que não estão acostumados com estruturas de programação que envolvem paralelismo dos dados.
Processamento gráfico
Atari 2600
No tempo deste colosso, um chipset gráfico dedicado não era nem mesmo imaginado. O resultado disso é que o processador deveria se encarregar de todas as tarefas que envolvessem imagens. Ao invés de polígonos e shaders, o programador tinha que se virar com o número máximo de cinco objetos simultâneos na tela, sendo dois destes variantes avançadas, com suporte para animação e os três restantes objetos simples, compostos por apenas um pixel.
Outra visão
Embora a este ponto a estrutura de programação do Atari pareça um inferno, tenha em mente que os desenvolvedores que realmente a conheciam eram capazes de fazer verdadeiros milagres. Não é a toa que tivemos games como PitFall e River Raid, em que objetos são duplicados várias vezes e personagens correm permeando florestas com criaturas letais!
PlayStation 3
Na outra ponta da nossa comparação, com o PS3, temos uma unidade de processamento gráfico desenvolvida pela nVidia, que muitos citam como equivalente a uma placa de vídeo GeForce 7800 GT. Aliado ao Cell, é no mínimo natural que o resultado seja o gráfico espetacular apresentado por games como God of War III (que ainda será lançado) ou ainda Gran Turismo 5: Prologue.
Memória: um problema de custo, não de espaço
Atari 2600
Se hoje nós entramos nas lojas e nos deparamos com pentes de mais de 1 GB de memória RAM por menos de R$ 100, na época em que o Atari foi lançado no mercado nem mesmo Mega Bytes eram concebíveis. Aliás, para RAM quantias acima de 1kB já eram caras. Desta forma, o console chegou até os consumidores com a assustadora quantia de 128 bytes de memória RAM.
Complementando todo esse espaço de memória dinâmica, foram inseridos também mais 4kB de memória ROM (memória que funciona apenas para leitura, não podendo ser modificada), mantendo o tamanho dos componentes dentro do esperado para que os custos de produção não fossem tão elevados.
PlayStation 3
Com os preços mais baixos para os componentes, hoje você pode comprar a oferta da Sony por cerca de US$ 300, recebendo 256MB de memória RAM dedicadas ao processamento gráfico e 256MB de memória RAM para uso geral. A quantia não é assustadora, mas se considerarmos o orçamento apertado no qual os consoles devem se enquadrar, podemos perceber porque ela ainda não é maior.
Saída de vídeo
Atari 2600
Atualmente, a maior parte dos equipamentos já vem de fábrica com suporte para os três formatos de cor (neste caso NTSC, PAL e PAL-M), mas até pouco tempo atrás a situação era bem diferente. E com o Atari, pior ainda! Existia uma versão do console específica para cada região, sendo que cada uma contava com números diferentes de cores na saída.
Atari
Para o nosso padrão, NTSC, estavam disponíveis 128 delas (quatro por linha, sem artimanhas na programação e no código) para um máximo de resolução de 160x192 pixels.
PlayStation 3
Desde o lançamento do vídeo game, a Sony fez questão de realçar que a máquina é capaz de muitas tarefas além dos jogos, tais como reprodução de filmes Blu-ray em resolução Full HD, isto é, 1920x1080 pixels. Se multiplicarmos os valores obtemos 2.073.600 pixels. Em comparação, o valor obtido com a resolução do Atari é de 30720, aproximadamente setenta vezes menor.
Saída de áudio
Se você quer o máximo de qualidade com áudio e muitas opções, o console da Sony é a escolha certa para você, afinal, ele conta com saída em oito canais de alta definição, além de conectores nos formatos:
• Ótico.
• Componente.
• Composto.
• HDMI.
Em contraste, o Atari (embora robusto neste quesito para a época) trazia suporte para dois canais de áudio sintetizado, cada um com seu próprio chip de processamento. O resultado pode ser bem eletrônico, mas era certamente definido, tanto que algumas das melodias inspiraram artistas e Djs modernos, que as utilizam em shows ou em composições modificadas para embalarem milhões de fãs ao redor do mundo.
Fita, cartucho ou Blu-ray?
Disco do PS3 traz de fábrica um drive leitor de Blu-rays, que são utilizados como a mídia padrão para os jogos e filmes, oferecendo um total de 25 GB de espaço para armazenamento de dados em camadas simples ou 50 GB em dupla camada. Além disso, o jogador pode se conectar a internet e baixar jogos diretamente no disco rígido.
Espaço de sobra não? Já no tempo do Atari nem o CD existia ainda. O jeito era recorrer aos famosos cartuchos (que muitos jogadores chamam também de “fita”), que como já mencionamos contavam com apenas 4kB de memória ROM.
Entretanto, muitos games mais recentes superaram estas limitações do console, carregando em seus próprios circuitos quantias adicionais de memória de armazenamento ou de memória RAM. Alguns dos maiores exemplos são Asteroid, HomestarRunner e DragonStomper.
E pode ser difícil de acreditar, mas esta abordagem com componentes em conexão direta ganha do PlayStation 3 em um ponto: tempo que os jogos levam para carregar. Na época dos cartuchos, tudo era instantâneo!
Controles e botões
Parece regra para a maioria dos consoles atuais passar de quinze botões para os controles, mas houve uma época em que o necessário era apenas dois botões e um manche para controle de direções, similar aos encontrados das máquinas de fliperama. Muito mais simples e acessível, sem dúvidas! Veja a imagem abaixo:
Joystick
O único problema com ele era na hora da adrenalina: o jogador, sem ter tempo para pensar durante aquela bela partida de Enduro, virava com força exagerada o manche para tentar evitar a colisão na tela. Entretanto, o pobre controle muitas vezes não agüentava a pressão e acabava quebrando ou deixando de funcionar adequadamente.
Relembrando alguns dos clássicos
Como o vídeo game da Sony é o terceiro da família PlayStation, é no mínimo natural que as principais franquias tenham raízes em outras gerações, a exemplo de Devil May Cry, Gran Turismo ou ainda Hot Shots Golf. Para conferir mais deles, veja o nosso artigo oficial ou consulte o Baixaki Jogos, a melhor fonte para informações a respeito do tema. E aos fãs de God of War: fiquem ligados, pois ano que vem Kratos estará de volta, com mais sangue e carnificina do que nunca!
O deus da guerra!
E para matar as saudades do querido Atari, vamos assistir a alguns vídeos dos maiores clássicos, começando com River Raid, um jogo de avião que estava à frente de seu tempo, inserindo fatores como reabastecimento:
Para os fãs das corridas de Fórmula Indy ou Fórmula 1, nada como Enduro e suas corridas infinitas por gelo, noites...
Para finalizarmos, PitFall, um dos maiores clássicos da história dos jogos! Nele, o jogador tinha que atravessar a perigosa floresta, saltando barris, escorpiões venenosos, jacarés e lagos profundos. Confira:
E você, leitor, chegou a conhecer o Atari ou ainda era muito novo quando este console circulava pelas casas de todo o Brasil? E se não conheceu, qual foi o seu console antigo favorito? Não deixe de comentar!
Retirado do Site Baixaki.com.br
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Flamengo aposta em jogadores experientes
Depois de má fase com jovens, Andrade conta com os mais veteranos Petkovic é um dos pilares do time do Fla
Inexperiência. Essa foi a principal reclamação de Andrade em agosto. Em função dos vários desfalques, o treinador teve de apelar para muitos garotos da base e o time sentiu. Após uma sequência ruim, o Flamengo pôde voltar a contar com jogadores mais experientes na última rodada e já começa a ver uma mudança de rumo.
Tudo bem que foi apenas em um jogo, mas a confiança em um desempenho melhor no Brasileiro ficou maior com a entrada de jogadores mais rodados. Agora, Andrade pode contar com Petkovic, Álvaro, Ronaldo Angelim e Léo Moura para orientar e passar liderança aos mais jovens.
E a comparação entre as duas últimas rodadas do Brasileiro impressiona. Na vitória por 3 a 0 sobre o Santo André, o time contou com quatro jogadores com menos de 23 anos. Muito diferente da derrota pelo mesmo placar para o Avaí, quando o Flamengo utilizou nada menos do que sete garotos.
– Com um ou dois jovens, o time aguenta. Com cinco vai sentir, não há dúvida. Contra o Santo André, tivemos um jovem, que foi o Lenon, e outro que diz que é: Aírton. Sei lá se ele é gato ou não (risos)... O restante foi uma mistura boa de experientes com jogadores prontos. Aí fica diferente, conseguimos administrar melhor. Daqui a pouco se coloca outro jovem para ganhar experiência e assim vai se levando – afirmou Pet, que foi poupado novamente do treino de terça-feira com dores no joelho direito, mas deve se juntar ao grupo nesta quarta.
O mais feliz com a entrada dos jogadores experientes é Andrade. Para o treinador, já é possível ver uma mudança no comportamento da equipe dentro de campo.
– Álvaro e Maldonado são experientes e rodados. Pet está assumindo a função de líder desse grupo. Tem também Léo Moura e Álvaro, que mostrou que pode ser o jogador de liderança. Estamos buscando aquilo que faltava. E esses jogadores deram outra personalidade à equipe – comemorou Andrade.
Contra o Atlético-PR, Andrade vai contar com os experientes. É esperar e ver se dá resultado de novo.
Inexperiência. Essa foi a principal reclamação de Andrade em agosto. Em função dos vários desfalques, o treinador teve de apelar para muitos garotos da base e o time sentiu. Após uma sequência ruim, o Flamengo pôde voltar a contar com jogadores mais experientes na última rodada e já começa a ver uma mudança de rumo.
Tudo bem que foi apenas em um jogo, mas a confiança em um desempenho melhor no Brasileiro ficou maior com a entrada de jogadores mais rodados. Agora, Andrade pode contar com Petkovic, Álvaro, Ronaldo Angelim e Léo Moura para orientar e passar liderança aos mais jovens.
E a comparação entre as duas últimas rodadas do Brasileiro impressiona. Na vitória por 3 a 0 sobre o Santo André, o time contou com quatro jogadores com menos de 23 anos. Muito diferente da derrota pelo mesmo placar para o Avaí, quando o Flamengo utilizou nada menos do que sete garotos.
– Com um ou dois jovens, o time aguenta. Com cinco vai sentir, não há dúvida. Contra o Santo André, tivemos um jovem, que foi o Lenon, e outro que diz que é: Aírton. Sei lá se ele é gato ou não (risos)... O restante foi uma mistura boa de experientes com jogadores prontos. Aí fica diferente, conseguimos administrar melhor. Daqui a pouco se coloca outro jovem para ganhar experiência e assim vai se levando – afirmou Pet, que foi poupado novamente do treino de terça-feira com dores no joelho direito, mas deve se juntar ao grupo nesta quarta.
O mais feliz com a entrada dos jogadores experientes é Andrade. Para o treinador, já é possível ver uma mudança no comportamento da equipe dentro de campo.
– Álvaro e Maldonado são experientes e rodados. Pet está assumindo a função de líder desse grupo. Tem também Léo Moura e Álvaro, que mostrou que pode ser o jogador de liderança. Estamos buscando aquilo que faltava. E esses jogadores deram outra personalidade à equipe – comemorou Andrade.
Contra o Atlético-PR, Andrade vai contar com os experientes. É esperar e ver se dá resultado de novo.
Windows 7 enterprise - Trial
A Microsoft disponibilizou hoje a versão trial do Windows 7 Enterprise. Esta versão trial expirará em 90 dias após sua instalação e está disponível em cinco idiomas (inglês, francês, alemão, japonês e espanhol) para as plataformas 32 e 64 bits.
Windows 7 Enterprise - Requisitos mínimos:
- Processador com 1 GHz ou mais rápido, 32 bits (x86) ou 64 bits (x64)
- 1 GB de RAM (32 bits); 2 GB de RAM (64 bits)
- 16 GB de espaço livre em disco (32 bits); 20 GB (64 bits)
- Placa de vídeo compatível com DirectX 9 e driver WDDM 1.0 ou superior
- Leitor de DVD
Registre-se e faça o download:
http://technet.microsoft.com/pt-br/evalcenter/cc442495.aspx?ITPID=sprblog
Windows 7 Enterprise - Requisitos mínimos:
- Processador com 1 GHz ou mais rápido, 32 bits (x86) ou 64 bits (x64)
- 1 GB de RAM (32 bits); 2 GB de RAM (64 bits)
- 16 GB de espaço livre em disco (32 bits); 20 GB (64 bits)
- Placa de vídeo compatível com DirectX 9 e driver WDDM 1.0 ou superior
- Leitor de DVD
Registre-se e faça o download:
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70 Anos do Inicio da 2ª Guerra Mundial
Ontem foi um dia importante para se repensar a história. Há 70 anos, em um 1° de setembro de 1939, a Wehrmacht, dispondo de suas melhores unidades de guerra, quebrou o silêncio de uma madrugada serena e rompeu a fronteira com a Polônia, em uma operação que ficou conhecida como Operação Fall Weiss. Estava iniciada a Segunda Guerra Mundial, uma guerra que mudaria para sempre os rumos da humanidade.
Pela primeira vez na história do homem, uma guerra causava mais danos a civis do que a militares, um indicador de dimensão catastrófica do conflito. Foram mais de 100 milhões de militares envolvidos diretamente, aproximadamente 50 milhões de mortes e outros milhões de feridos. Na Europa do pós-guerra, a paisagem era de destruição total: linhas férreas destruídas, refugiados, deslocados de guerra, mercado negro, inflação, desemprego, doenças e uma rede de comunicação em frangalhos.
Hoje, passadas sete décadas desde o início das hostilidades, momentos de celebração não podem ser monumentalizados, mas servir de pretexto para se repensar as bases sob as quais a civilização moderna tem se edificado. O fascismo e o totalitarismo ainda são problemas que nos espreitam.
Pela primeira vez na história do homem, uma guerra causava mais danos a civis do que a militares, um indicador de dimensão catastrófica do conflito. Foram mais de 100 milhões de militares envolvidos diretamente, aproximadamente 50 milhões de mortes e outros milhões de feridos. Na Europa do pós-guerra, a paisagem era de destruição total: linhas férreas destruídas, refugiados, deslocados de guerra, mercado negro, inflação, desemprego, doenças e uma rede de comunicação em frangalhos.
Hoje, passadas sete décadas desde o início das hostilidades, momentos de celebração não podem ser monumentalizados, mas servir de pretexto para se repensar as bases sob as quais a civilização moderna tem se edificado. O fascismo e o totalitarismo ainda são problemas que nos espreitam.
GRIPE SUÍNA: BRASIL DISPARA COM 644 MORTES CONFIRMADAS E MAIS 40 EM CONFIRMAÇÃO!
1. Brasil 644 \ Estados Unidos 556 \ Argentina 465 \ México 184 \ Austrália 155 \ Tailândia 130 \ etc.
Clique
| http://en.wikipedia.org/wiki/2009_flu_pandemic_by_country
2. Brasil tem 45.320 casos confirmados em laboratório, 500 mil suspeitos e 684 mortes, incluindo suspeitas. Clique http://en.wikipedia.org/wiki/2009_flu_pandemic_in_Brazil |
CRISE DO SENADO: O DESGASTE DE IMAGEM FOI DO PMDB!
1. Quem apostou no desgaste do PT na grave crise do Senado, errou. Pelo menos é o que sondagens e pesquisas espalhadas pelos estados vão mostrando. Lula continua imune e exagera nos riscos que assume, achando que nunca atravessarão o teflon. É provável que a exagerada participação de Lula tenha protegido a imagem do PT além do que se imaginava.
2. A construção de opinião pública é um processo progressivo e se dá por fluxos de informação e opinamento. As situações se sucedem em nível nacional (Barbalho, Renan, Sarney, Eduardo Cunha...) e se multiplicam em nível regional. Nomes, esses e outros, sempre acompanhados da marca PMDB. Analistas explicam a força do PMDB pela sua característica confederada, onde o desgaste num ponto do país não afeta outro.
3. No entanto, agora, a concentração e série de casos nacionais com forte repercussão de conteúdo e principalmente de imagem, parece finalmente ter atingido a marca PMDB. Em pelo menos oito pesquisas espalhadas, quando a pergunta é direcionada ao partido responsável pela crise no senado, o PMDB vence de goleada. Mesmo quando se mistura partidos e nomes destacados na crise do senado, o PMDB continua liderando com alguma folga.
4. Não é uma boa notícia para a dobradinha nacional PT-PMDB e, da mesma forma, para seus desdobramentos regionais. Curiosamente, seus adversários, mantido este cenário, poderão "acusar", em 2010, os candidatos de serem do PMDB. Nunca antes o PMDB esteve tão perto desta implosão de imagem. Mais do que descuido: abuso com a paciência da opinião pública.
